Sonhada Maternidade: Vaidosa
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Os óleos na prevenção de estrias na gestação

Assim que a ficha que estamos grávidas cai, começam as mais diversas preocupações: Será que saberei cuidar do meu bebê? Será que vou ter leite (veja mais AQUI)? Vou engordar demais? Será que vai parecer com a mãe ou com o pai? Como prevenir as estrias? Essa última pergunta vou tratar mais especificamente neste post.

Os óleos vegetais, isto é, aqueles provenientes das sementes de plantas e frutas, são muito bons para a pele uma vez que a protege contra a perda excessiva de líquidos, mantendo-a hidratada. A hidratação da pele é muito importante na gestação por causa, principalmente, do aumento da barriga. Se a pele não estiver bem hidratada, o "esticamento" da barriga pode trazer danos à pele, fazendo surgir as estrias. Os óleos mais utilizados pelas gestantes na prevenção das estrias são os de amêndoas, uvas e de rosa mosqueta.

Ressalto que os óleos VEGETAIS são os mais adequados para a hidratação da pele e os mais aconselháveis para as gestantes.

sonhadamaternidade.blogspot.com.br


No mercado há também o óleo mineral. Esse óleo é uma forma destilada do petróleo, contendo parafina cíclica e alcano. Esse óleo dá a sensação de hidratação mas lubrifica apenas superficialmente a pele. Na realidade, ele obstrui os poros da pele sufocando-os. Nesse caso, tem como consequência o surgimento de espinhas. Outro ponto importante é que o óleo mineral atrapalha a absorção de vitamina D, muito importante para nossos ossos e para nossa gestação. O óleo mineral está presente em muitos produtos de beleza. Confira sempre a embalagem para poder escolher um produto sem esse componente.

Óleo vegetal: É tudo igual?


Os óleos vegetais são encontrados em várias versões e marcas no mercado. Uns com aroma, outros com embalagens mais sofisticadas, outros em embalagens econômicas. Todos eles têm a mesma função: a hidratação. O que difere são apenas esses detalhes (aroma, marca, embalagem, entre outros).

Há pessoas que não agradam do cheiro desses óleos e preferem comprar os já aromatizados.

Como nunca usei o óleo sozinho, sempre com um creme hidratante por cima, aconselho que quem não quiser pagar preços altos por um óleo, você pode comprar o seu em uma farmácia e depois de passá-lo sobre o corpo, passe um creme hidratante por cima. Você pode achar que fica muito "melecado", mas isso é bom para a hidratação de seu corpo e na prevenção de estrias.

Para finalizar, digo a todas que usem sempre algo para hidratar a pela, independente de gestação, pois sua pela vai agradecer.



E você? Tem mais alguma dica para prevenção de estrias na gestação? Deixe seu comentário e aumente nossa discussão.

Episódio de hoje: queda de cabelo pós-parto

Olá a todas!
Estou entrando em mais uma fase do pós-parto: a queda de cabelo. Lembra que citei esse acontecimento no post 6 curiosidades sobre o corpo da mulher no pós-parto? Se você achava que essa queda se tratava de um mito, pode ter certeza que não é. E o cabelo cai mesmo, e com força. Pois é, no meu caso está no momento mais crítico que ocorre mais ou menos três meses após o parto.

Há os que dizem que começa a cair junto com o cabelo do bebê, quando este começa a reconhecer a mãe. A queda do cabelo do bebê coincide com o momento em que a mãe começa a perder mais cabelo. Na realidade, a queda de cabelo se inicia logo após o parto, com a mudança drástica de hormônios, e se intensifica, mais ou menos com três meses, até voltar aos padrões normais de seu organismo, cerca de 6 meses após o nascimento do bebê.

E pode ter certeza, você irá encontrar cabelos por todos os cantos da casa, roupas de cama e na mão do bebê. Por momentos irá pensar "vou ficar careca"!

Por que isso acontece?


Toda pessoa perde uma quantidade de cabelo por dia (100 a 125 fios). Muitas pessoas, principalmente quem tem cabelos curtos, não percebe essa queda.

O que ocorre durante a gestação é que, com a mudanças de hormônios, essa queda natural diminui e seu cabelo parecerá mais volumoso e, para muitas mulheres, mais bonito. Agora pense em todo o cabelo que não caiu durante a gestação. O que acontecerá com ele? Cairá depois do parto. Por isso um volume grande de queda no pós-parto.

Não se descabele!


Deixando a brincadeira do título acima de lado, fica meu conselho:
1) Escove bastante os cabelos durante o dia. Isso ajuda retirar cabelos que já estejam soltos na cabeça e a diminuir o excesso de cabelos caindo por todo o lado.

2) Lave os cabelos 3 vezes por semana: E a cada lavagem tente retirar ao máximos com os dedos os cabelos já soltos na cabeça.

3) Tenha uma alimentação saudável. Auxilia a fortalecer o organismo, principalmente alimentos ricos em ferro, vitamina A, proteínas e zinco.

Agora, se a queda for insuportável para você:

4) Procure um dermatologista. Esse profissionais indicará produtos para amenizar a queda de cabelo.


No mais, é esperar. O tempo melhora a situação!

Abraços.

cabelos

Fonte imagem:https://melhorcomsaude.com/4-remedios-naturais-combater-queda-cabelo/



A cinta pós-parto: grande aliada na "volta" da barriga

Olá!

Tem experiências e histórias que ficam em nossa mente e nós nunca esquecemos.  Uma que conheço é sobre a cinta pós-parto.

Há 15 anos atrás, em meu primeiro emprego, conheci uma mulher com o corpo impecável. Não por causa de malhação, mas sim pelo fato de estar com tudo no lugar, sem nenhuma barriguinha sobrando. Ela tinha 33 anos na época e aparentava estar na casa dos 25, ou menos. Eu com 19 anos, fiquei impressionada com ela. Em conversas, ela me disse que tinha dois filhos, o que me espantou mais ainda: como uma mulher com dois filhos não tinha vestígio de barriga que indicasse gestação? Foi aí que ela me disse: uso de cinta pós-parto logo no dia seguinte ao parto, no caso dela, normal. Fiquei com isso na cabeça.

Quando fiquei grávida pela primeira vez, já no final da gestação, comecei a escolher a cinta. De cara fui em uma do meu tamanho, como sou pequena, PP. Além disso, comprei um daqueles shorts modeladores que comprimem o abdômen.


cinta pós-parto
Fonte imagem: http://villamariamodas.com.br/wp3/?product=trifil-impuls-bermuda-alta-redutora


Quando meu primeiro filho nasceu, de cesariana, o médico já indicou a cinta para o dia seguinte ao parto. Não consegui colocar a cinta. Lógico por que ela era do meu tamanho e eu tinha que ter comprado um tamanho acima. Então passei a usar o short, o que não adiantou muito em relação à sustentação necessária ao pós-parto cesárea. Minha mãe sugeriu que eu usasse uma faixa bem apertada e usasse o short por cima para que eu tivesse a sustentação necessária. Somente duas semanas depois consegui colocar a cinta. Com a amamentação, minha barriga voltou ao lugar com 2 meses e meio.

Já na segunda gestação, disse a mim mesma que não cometeria o mesmo erro. Afinal, a cinta não beneficia apenas a volta dos órgãos internos ao lugar, mas também auxilia a mãe em seu dia-a-dia após o parto, lhe proporcionando postura e conforto. Comprei uma cinta P e o short cinta. No dia seguinte ao parto (cesárea novamente), já confirmei com a enfermeira se podia colocar a cinta e ela disse que estava liberado. Tomei um banho, vesti o short modelador, me deitei na cama (importante) e coloquei a cinta. Eu andava pelo quarto do hospital parecendo que tinha tido parto normal. Com muita amamentação e usando a cinta diariamente, minha barriga voltou ao normal antes de um mês e meio após o parto.

cinta
Fonte imagem> https://www.casasofia.com.br/cinta-modeladora-body-shaper-cotton-esbelt


É claro que estou tratando aqui da barriga voltar ao que era antes do parto, considerando também que a gestante não ganhou peso em exagero. 

Além disso, há médicos que não aconselham o uso da cinta antes de 2 semanas após o parto. Consulte-o e converse com ele para saber o que é melhor no seu caso.

Veja também 6 coisas que você deve saber sobre as cesáreas e o uso das cintas.

Volto para contar mais experiências.

Abraços.
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