Sonhada Maternidade: Março 2016

Ovulação tardia: o que é isso?

Sabe aquele monte de termos que você desconhece sobre gravidez/gestação que você só fica sabendo que existe quando resolve engravidar? Aí, quando você fica sabendo que tal coisa existe, fica pensando: será só comigo?

Um desses termos que você tentante de longa data deve ter ouvido falar é da tal ovulação tardia.

Primeiro vamos pensar em uma mulher com um ciclo menstrual regular, de 28 dias. Ela, teoricamente, ovulará em torno do 14º dia do ciclo e, se não houver fecundação do óvulo, sua menstruação virá 14 (fase lútea) dias após a ovulação. Independente do tamanho de seu ciclo, um médico me disse uma vez que se você menstrua todo mês, ou se seu ciclo sempre foi grande (35 dias, por exemplo), ele é regular.

Umas das coisas mais importante que aprendi durante minhas tentativas de engravidar é que cada mulher é única e que cada umas podem ter a fase lútea de duração padrão (14 dias) ou diferenciada. Para saber exatamente como seu ciclo funciona e qual é o tamanho de sua fase é interessante medir a temperatura basal durante, pelo menos, 4 meses para identificar o tamanho de sua fase lútea. Dê uma olhada no post TEMPERATURA BASAL.

Mas se em algum momento seu ciclo foi maior do que o esperado, ultrapassando o número de dias normais, você teve uma ovulação tardia. Após essa ovulação, seu organismo seguirá a fase lútea habitual de seu corpo.

Mas por que a ovulação tardia acontece? As causas estão nos nossos hormônios. O atraso para a hipófise liberar o hormônio de crescimento e amadurecimento do folículo (o LH - hormônio luteinizante) é que faz com que a ovulação atrase. Sem o estímulo desse hormônio e do estrogênio no momento costumeiro de nosso organismo faz com que a ovulação não ocorra no momento que esperamos e, assim, até nossa menstruação atrasa.

O importante é conhecer bem o funcionamento do seu organismo para não se desesperar com as tentativas de engravidar.

Quer saber mais sobre como sobre como saber que você está ovulando? Veja mais no post




Abraços.


HCG para emagrecer: efeitos para uma futura gravidez

Nos dias atuais, cada vez mais a mulheres buscam um corpo perfeito, já que a sociedade preza pela aparência, tendo como parâmetro modelos fotográficos e de passarela (que longe estão da realidade brasileira).

Na busca incessante pelo corpo ideal, as mais variadas (e loucas) dietas estão disponíveis para quem quiser se arriscar em busca da boa forma, não aquela que preza pela saúde, mas tão somente pela estética.

A nova onda do momento a a utilização do hormônio Gonadotrofina Cariônica Humana, o famoso HCG que detecta gravidez. Assim que o óvulo é implantado, o corpo da mulher começa a liberar o HCG, que se mantém alto durante boa parte do primeiro trimestre da gestação e depois de estabiliza em níveis medianos, mas sempre presente durante toda a gestação.

A dieta consiste na ingestão (aplicação) do hormônio por um período determinado e promete perdas significativas de peso, como aplicação de altas doses do hormônio associada à ingestão de alimentos com baixíssimas calorias. Algumas pessoas sentem efeitos colaterais (como tonturas, náuseas, fraqueza, entre outros) e outras não. Como a intenção deste post não é tratar da dieta e sim seus efeitos em uma futura gestação, vamos em frente.

Ainda não há estudos consistentes que comprovem que essa dieta afete tentativas de gravidez, mas, como cada organismo reage de uma maneira a medicamentos, o excesso de HCG no organismo pode fazer com que o mesmo "pense" que a mulher está com uma gestação em andamento e assim o processo do ciclo ovulatório da mulher pode não acontecer (fase folicular, ovulação, fase lútea). Além disso, pode fazer com que algumas mulheres desenvolvam síndrome dos ovários policísticos.

Então, todo o cuidada é pouco ao se utilizar o HCG para emagrecer, principalmente para quem não engravidou ainda e pensa em fazê-lo logo. Afinal, cada organismo é singular e não se sabe como o seu reagirá a esse tratamento.


Licença Paternidade - A importância da presença dos pais nos primeiros dias

Há alguns anos, principalmente quando a licença paternidade foi criada, o papel mais importante a ser desempenhado pelo pai era o registro. A amamentação e os demais cuidados com o bebê eram incumbência da mãe. Então, cinco dias eram suficientes para o registro.

Mas os tempos são outros. Os homens cada vez mais auxiliam a mãe nas diversas tarefas em casa e sendo companheiros das noites mal dormidas. Além disso, o registro é apenas uma das "tarefas" a serem realizadas após o nascimento da criança. Hoje temos o teste do pezinho, o teste da orelhinha, as vacinas, inclusão em plano de saúde (quando possuir), primeira visita ao pediatra, consulta pós-parto da mãe. Tudo isso realizado na correria do primeiro mês de vida. Algumas maternidades oferecem alguns desses serviços antes mesmo da alta, mas, na maioria dos casos, esses procedimentos são realizados após a alta.

Imagina a correria que é. E é claro que em cinco dias não dá para realizar tudo isso. Ainda mais se o bebê nascer numa sexta-feira à noite ou sábado. Só aí já se perde dois dias! A mãe não consegue realizar tudo sozinha e fica na dependência do marido conseguir uma dispensa no trabalho ou contar com a ajuda de terceiros.

Daí a importância de se estender a licença paternidade. O senado nacional aprovou no dia 03 de fevereiro a ampliação em mais 15 dias, além dos 5 já previstos, a licença paternidade para as empresas que fazem parte do programa Empresa Cidadã.

Já é um bom começo. A partir daí, estados e municípios poderão adequar suas leis para que seus funcionários também passem a ter esse direito.

E vamos torcer para que esse direito possa estender a todos os trabalhadores brasileiros.

(Foto: Pixabay)

Minha princesinha nasceu!!!

Olá!

Eu esperei muito por um parto normal, já que meu primeiro filho veio ao mundo por cesárea, e na época minha recuperação não foi fácil.

Meu médico me deu esperança de ter um parto normal, já que meu pré-natal foi muito tranquilo, minha bebê estava virada e minha cesárea tinha ocorrido há mais de três anos.

Mas nem tudo acontece como queremos. Na madrugada do dia do nascimento, acordei me sentindo um pouco molhada. Pensei logo que fosse a bolsa que tivesse rompido. Fui ao banheiro e realmente estava bem molhada, mas ao urinar, saiu muito sangue, como o menstrual (bem vermelho). Em nada parecia ao famoso "tampão" que sai antes da mulher entrar em trabalho de parto. Esperei um tempo (cerca de duas horas) para ver se não teria outro sinal de trabalho de parto a vista. Como não sentia mais nada e o sangramento continuava, acordei meu marido e fomos para a maternidade.

Ao ser examinada pelo médico, ele rapidamente disse que teríamos que fazer outra cesárea pois não dava mais para esperar. Quem sou eu para questionar? Afinal estava completando 40 semanas e fiquei muito preocupada com aquela situação.

Foi por meio de outra cirurgia que tive minha filha!

Não tive o parto que eu planejava, mas o que importa é ter minha filha ao meu lado com saúde.

Agora é só felicidade e curtição.


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