Sonhada Maternidade: Gestante
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Teste do pezinho: diferença entre SUS e particular

Ainda durante a gestação você já fica sabendo que há uma série de testes e exames que seu bebê fará desde o nascimento até o fim do primeiro mês de vida. O mais antigo e conhecido é o Teste do Pezinho. Mas você sabia que há diferença entre o teste realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o realizado na rede particular?

O que é o Teste do Pezinho?


O teste do pezinho é o nome popular do Teste Guthrie (sobrenome do médico Robert Guthrie que criou o teste) e é realizado no recém-nascido, após as primeiras 48 do bebê de vida até seu 5º dia de vida. Esse teste chegou ao Brasil em 1976, mas somente em 1992 passou a ser obrigatório.

O teste é realizado a partir de um furinho feito com uma agulha no calcanhar do recém-nascido, de onde ocorrerá a coleta de gotinhas de sangue do bebê. Essas gotinhas são pingadas em um papel próprio, do tipo mata-borrão, e nele são realizados os exames.

Muitas mães ficam preocupadas com a dor que o bebê possa sentir com a picada, mas é uma dorzinha rápida. Na grande maioria das vezes, o bebê chora. Mas você tem que lembrar que esse teste detecta doenças e isso é de extrema importância.

O teste do pezinho é encontrado na versão Básica, Mais e Super, sendo que essa última pode detectar até 48 patologias. A versão básica é oferecida gratuitamente pelo SUS e as versões mais completas, na rede privada.


teste do pezinho


Qual é a diferença entre o teste do pezinho realizado pelo SUS e Particular?

Pelo Sistema Único de Saúde, o teste é realizado, em sua maioria, pelos postos de saúde, e é realizado sua versão básica, que detecta 6 doenças:

  • fenilcetonúria: doença genética caracterizada pela diminuição de uma enzima ligada ao metabolismo do aminoácido fenilalanina.
  • hipotireoidismo congênito: baixa produção dos hormônios da tireoide, essenciais para o desenvolvimento, principalmente do sistema nervoso.
  • fibrose cística: doença genética caracterizada pelo transporte deficiente do cloro e sódio nas membranas celulares, o que pode causar um muco espesso e esse muco pode causar obstrução dos pulmões
  • anemia falciforme: anemia hereditária em que o formato dos glóbulos vermelhos prejudica a passagem dos mesmos pelas veias e artérias
  • hiperplasia adrenal congênita: causa alteração do desenvolvimento dos órgãos genitais externos de meninos e meninas.
  • deficiência biotinidase: doença genética caracterizada por um defeito da utilização da vitamina B7 que vem da alimentação pelo organismo.



Na rede privada, além da triagem Básica, são realizadas a triagem Mais e Super. A Mais detecta mais 4 doenças:

  • deficiência de G-6-PD: a deficiência dessa enzima causa instabilidade das membranas dos glóbulos vermelhos, podendo facilitar o aparecimento de anemias hemolíticas.
  • galactosemia: grupo de doenças genéticas que caracteriza-se pela dificuldade do organismo em metabolizar a lactose. Não deve ser confundida com intolerância à lactose.
  • leucinose: doença hereditária em que o organismo não consegue processar corretamente certos aminoácidos (lisina, isoleucina e valina).
  • toxoplasmose congênita: doença grave que pode ter sido transmitida da mãe para o bebê se ela tiver tido a doença durante a gravidez. Causa sequelas neurológicas graves e inflamações na retina.
A triagem Super, também realizada apenas na rede privada, detecta cerca de 48 patologias. Elas não serão descritas aqui (pois são muitas), mas se você quiser saber mais sobre elas, veja esse site http://pt.calameo.com/read/0013472527b5d17d26e9a que possui uma cartilha completa elaborada pela APAE de São Paulo com todos os exames realizados no teste do pezinho.

O teste do Pezinho é de extrema importância para se detectar doenças congênitas no bebê, não importa se realizado na rede pública ou particular. Se você já tiver histórico de alguma doença que possa ser detectada pelo teste e seu bebê tiver feito o teste básico, avise o pediatra para que seja solicitado um teste mais completo.

A importância desse teste fez com que fosse instituído, pelo Ministério da Saúde, o Dia Nacional do Teste do Pezinho, no dia 06 de junho.


06 de junho dia teste do pezinho


Como foi sua experiência com o teste de seu filho? Ele chorou muito ou quase não sentiu nada? Você teve resultado positivo para alguns dos exames realizados? Compartilhe experiências? Deixe seu comentário.

Abraços e até o próximo post!



A importância do ácido fólico para as gestantes

Olá a todas!

Quando se decide engravidar, uma série de atitudes você deve tomar para tentar iniciar uma gestação saudável. É a alimentação, o corpo, a mente... Dentre essas atitudes, temos o uso do ácido fólico, que, de preferência, deve ter seu uso iniciado antes mesmo de começar a tentar engravidar.

O que é ácido fólico?


O ácido fólico é uma vitamina do complexo B (vitamina B9) que possui grande importância para a nossa saúde, uma vez que ajuda a prevenir certos tipos de anemias, ajuda a manter a saúde do cérebro (prevenindo depressão e reduzindo risco de Alzheimer), prevenir doenças cardíacas e câncer de cólon, além de ajudar a controlar a evolução do vitiligo.

O ácido fólico é muito conhecido das gestantes pois é a primeira vitamina que é indicada quando se começa as tentativas de engravidar. Essa vitamina é  muito importante na prevenção da má formação do tubo neural do feto, ainda dentro do útero.


pílulas ácido fólico



Ácido fólico e sua importância para o feto



Como disse anteriormente, o ácido fólico ajuda a prevenir má formação do tubo neural do feto.

Essa má formação recebe o nome de espinha bífida, pois ela não se fecha durante a gestação podendo causar danos nervoso central do bebê, podendo evoluir para uma hidrocefalia. Além disso, podem surgir hérnias abdominais, má formação do intestino e do trato urinário, entre outros.


Quando a mulher que quer engravidar deve começar a tomar ácido fólico?


Quando se planeja uma gestação, o suplemento de ácido fólico deve começar a ser utilizado pelo menos 3 meses antes de engravidar, para que o corpo da mulher tenha reserva suficiente para a formação do feto.

Por que essa antecedência? Por que a formação do tubo neural nos seres humanos se completa até a 7ª semanas de gestação. 

No caso de mulheres que engravidam sem tomar o ácido fólico com antecedência, deve-se iniciar o uso assim que se descobre a gravidez, para tentar evitar qualquer risco.

O uso do ácido fólico é contínuo até, aproximadamente, 12 semanas de gestação, ou a critério do médico.



Alimentos ricos em ácido fólico

  • Fígado de vaca
  • Feijões de todos os tipo (incluindo ervilha e lentilha)
  • Espinafre
  • Vegetais de folhas verde escuras
  • Salsa
  • Brócolis
  • Laranja
  • Cogumelo cru
  • Manga 
  • Tomate
  • Gema de ovo

brócolis




Qual é a dosagem recomendada?


Seu ginecologista irá determinar a dosagem de ácido fólico que você deverá ingerir.

A recomendação da Organização Mundial de Saúde é de 0,4 miligramas por dia, podendo ser maior em casos de mulheres que já tiveram filhos com problemas no tubo neural.

Nas farmácias e drogarias, encontra-se com mais frequência as dosagens de 5 mg e 10 mg. Dosagens maiores ou menores (com prescrição médica) podem ser manipuladas.

O ácido fólico é encontrado em forma de comprimido e deve ser ingerido um único comprimido uma vez ao dia.



Abraços a todas e até o próximo post!!!



Enjoos na gestação e o sexo do bebê

Olá a todas!

Quando ficamos grávidas (ou mesmo estamos nas tentativas) ouvimos muitas coisas sobre métodos caseiros de como aliviar enjoos, como diminuir as azias, como descobrir o sexo do bebê... Essa última, então, se escuta muitos métodos: da tesoura debaixo do travesseiro, da altura da linha nigra, da aliança pendurada na linha e colocada sobre a palma da mão, entre outros.

Mas um que muitas de vocês já devem ter ouvido falar é sobre a intensidade dos enjoos e o sexo do bebê.

Mas seria identificar o sexo do bebê pelos enjoos?

Essa é mais uma daquelas teorias que não possuem explicação científica. Dizem que se a mulher tem muito enjoo, ela espera uma menina; se os enjoos são em menor intensidade, o bebê é um menino.

Então me diz: e aquelas que não enjoam?

Veja como essa teoria é fraca, pois há mulheres que não apresentam os desconfortos dos enjoos, e podem passar a gravidez inteira sem vomitar.

Em compensação, há mulheres cujo organismo é tão sensível ao HCG que podem enjoar com a mesma intensidade mesmo esperando menino ou menina.



enjoo na gravidez


De acordo com o site Baby Center, algumas pesquisas indicam que mulheres que sofre de hiperemese gravídica (que são enjoos extremos na gestação, que podem levar a internações) têm maior tendência de estar esperando meninas. Mas isso é só uma tendência, e não uma regra que deve ser levada como verdade absoluta.

Como esse mito pode ter surgido?

Normalmente, se você já passou por mais de uma gestação, você pode comparar uma gestação com a outra.

Se uma mulher, em uma primeira gestação, estava grávida de uma menina e enjoava muito, e numa segunda gestação, agora grávida de um menino, enjoou muito pouco, ela pode dizer que, no seu caso, na gestação de menina ela enjoou mais.

No meu caso, enjoei mais na gravidez da minha filha (segunda gestação) do que na gravidez do meu filho. Mas nem por isso posso dizer categoricamente que meninas fazem a futura mamãe enjoar mais do que meninos.

Então, esse mito pode ter surgido por meio de relato de várias mulheres que passam para outras.

Mas não se deve considerar mulheres como se todas fossem iguais. Como eu disse anteriormente, pode ter mulher que nem sinta enjoo. Cada caso é um caso, cada mulher é diferente da outra.

Dessa forma, não se deve "tentar adivinhar" o sexo do seu bebê tendo como referência a intensidade de seus enjoos.


sapatinhos de bebê



E você? Enjoos muito durante sua gestação? Enjoou mais de menino ou menina? Ou não enjoou?

Compartilhe sua experiência! Deixe seu comentário.

Abraços a todas e até o próximo post!



Funchicórea para cólicas de bebê funciona?

Olá Mamães!

Quando o bebê nasce, começa uma "luta" diária. Os primeiros 15 dias são de adaptação, tanto do bebê ao mundo que o cerca, quanto da mãe com a nova rotina de cuidar daquele ser tão pequeno e indefeso que nasceu. Quando as coisas começa a entrar nos eixos (eu disse "parece"), vêm as temíveis cólicas. E com elas vêm também um enxurrada de sugestões de todos os lados. Uma que você vai escutar muito é: "Usa funchicórea!"


O que é funchicórea?


Funchicórea é um medicamento fitoterápico que é composto por folhas de chicória, raiz de ruibarbo e flores de funcho. A partir dessas matérias primas, é feito um pó que é administrado misturado a algum líquido ou, no caso de bebês, colocado na chupeta para que o bebê consuma.

Atualmente a  funchicórea é vendida em farmácias e drogarias, mas já teve sua comercialização suspensa em 2012 pois, segundo a ANVISA, por ser um produto em pó, não havia comprovação do fabricante do produto de que a quantidade dos princípios ativos em todos os produtos era igual. Além disso, a funchicórea possui um adoçante chamado sacarina, que poderia ter efeitos graves para o bebê.

Em 2013 a ANVISA liberou novamente a comercialização da funchicórea após a empresa comprovar que os princípios ativos não traziam riscos à saúde.


laboratório Melpoejo



Funchicória para as cólicas do bebê


A funchicórea é usada há mais de 70 anos como medicamento fitoterápico para aliviar as cólicas do bebê. Seu pó é colocado no bico (chupeta) e o bebê vai sugando o pó. Há mães que diluem uma pequena quantidade (muito pouca mesmo) na mamadeira da criança (para aquelas que não são amamentadas no peito).

Não há estudos que comprovam que realmente a funchicórea alivia as cólicas do bebê. Na realidade, o sabor adocicado da sacarina pode acalmar o bebê enquanto ele chupa o bico.


Então, devo usar ou não usar funchicórea?

Fica a critério da mãe. Há muitos relatos na internet de que esse fitoterápico realmente ajuda a aliviar as cólicas.

Eu testei com meu primeiro filho, que tinha muitas cólicas. Não vi resultados. Primeiro pelo fato de ele não usar bico, e parece que a funchicórea usada no bica acalma mais (aí entra o sabor docinho da sacarina). Tentava sujar a ponta do meu dedo com o pó e colocar na boca dele, mas não adiantou muito. Como ele era amamentado exclusivamente no peito, não tive a opção de diluir o pó na mamadeira.

Não dá para saber se é o sabor adocicado ou as propriedades da plantas presentes na funchicórea que ajudam aliviar as dores do bebê.

Para as mães que queiram fugir da sacarina, há uma opção desenvolvida por outro laboratório. É o FunchoBaby.


funchobaby


E você? Já testou ou conhece mamães que já utilizou a funchicórea? Quais foram os resultados? Compartilhe com outras mamães!

Deixe seu comentário!

Abraços a todas e até o próximo post!





Placenta prévia na gravidez

Olá gestantes!

Talvez você esteja nesta situação: sua gravidez está seguindo bem, mas, por algum motivo, você tem um pequeno sangramento. Pode ser que ocorra sem motivo algum, ou após uma relação sexual. Ao realizar um ultrassom, você descobre que sua placenta está baixa, ou está prévia.

O que é placenta prévia?


A partir do momento que o óvulo se aloja na parede do útero, ele começa a se desenvolver, de um lado começa a formação do feto,  e do outro da placenta a qual fornecerá os nutrientes, troca de gases e remoção de resíduos.

Pode ocorrer de, na formação da placenta, ela se desenvolver na parte mais baixa do útero, ou, até mesmo no colo do útero, o que, nesse caso, dificultaria um parto normal. O normal é que a placenta se desenvolva mais ao alto do útero.

Geralmente se descobre que a placenta está baixa, ou prévia, ou quando se faz um ultrassom (no de translucência nucal já é possível detectar) ou quando se tem algum sangramento e se procura um médico para saber o que pode está ocorrendo. Em ambos os casos, o médico indicará abstinência sexual e, no caso de a placenta permanecer baixa até o fim da gestação, é indicado repouso, evitando-se esforços.


placenta previa

Fonte da imagem: http://gravidez.online/placenta-previa/


Você está com placenta prévia: e agora?


Em grande parte dos casos, a placenta "sobe" sozinha até a 20ª semana de gestação. Basta seguir as recomendações médicas para que não haja sangramentos ou que forcem demais seu corpo e útero. No meu caso, na segunda gestação, foi detectada placenta baixa no ultrassom da translucência nucal, e no ultrassom realizado com 17 semanas, a placenta já havia subido.

Mas, se mesmo passado esse período ele continuar baixa, seu médico passará orientações necessárias (repouso, abstinência sexual, entre outras) para que não haja sangramentos e riscos para seu bebê. Em último caso, pode ser necessária internação.

No caso de a placenta não subir e haja risco de parto pré-maturo, a mulher toma injeção de corticoide para amadurecimento dos pulmões do bebê.


Quem corre o risco de ter placenta prévia?


A placenta prévia ocorre com maior frequência:


1) Em mulheres que tiverem cesárea anterior (foi o meu caso, acredito).

2) Mulheres com a idade avançada e que já tenha passado por outras gestações

3) Mulheres que já tenha realizado alguma cirurgia no útero.

4) Já ter tido placenta prévia em gestações anteriores (predisposição)

5) Mulheres que estejam tendo gestação múltipla.

6) Ser a mulher fumante ou usuária de drogas.


E você? Já teve placenta prévia? Ela subiu sozinha ou você teve que realizar uma cesariana por ela ter continuado baixa. Compartilhe sua experiência com outras leitoras.

Deixe seu comentário

Abraços a todas

Chás que as grávidas não podem tomar!

Olá a todas!

"Gravidez não é doença. Pode seguir sua vida normalmente", você escuta. Só que não. Há recomendações alimentares que nem sempre fica sabendo. Você sabia que há chás que grávida não pode tomar?

Os chás são infusões de plantas, frutas ou cascas muito utilizados pelas pessoas em geral, seja por prazer do sabor, ou como auxílio medicinal.

Alguns chás, mesmo sendo benéficos em outras situações, podem apresentar efeitos indesejados em uma gestante, como provocar um aborto ou parto prematuro. É o caso dos chás de uxi-amarelo e unha de gato, que são de grande auxílio para as mulheres que possuem cistos nos ovários e útero, mas podem ser abortivos se tomados por gestantes


Quais são os chás permitidos para gestantes?

Poucos são os chás permitidos para gestante, mas nesta lista há chás bem saborosos. É, então, liberado para consumo por mulheres grávidas:
  • Chá de frutas vermelhas
chá de camomila



E quais os chá que são proibidos para gestantes?


Aqui a lista é bem maior. Entram quase todos os chás feitos de raízes, cascas. Veja alguns exemplos (fonte: https://www.tuasaude.com/chas-que-a-gravida-nao-pode-tomar/)

Chá de Boldo Chá de Calêndula, Chá de Tussilagem, Chá de Erva de São Cristóvão, Chá de Cavalinha, Chá de Ginseng, Chá de Verbena, Chá de Babosa, Chá de Ulmária, Chá de Rosa de Damasco, Chá de Viburno, Chá de raiz de Angélica, Chá de Hidraste, Chá de Salgueiro-branco, Chá de Zimbro, Chá de sementes de Aipo, Chá de Erva de São João, Chá de Sálvia, Chá de Agnocasto, Chá de Uva-ursina, Chá de Hissopo, Chá de Sene, Chá de Confrei, Chá de Arália, Chá de Alfazema, Chá de Levístico, Chá de Visco-branco, Chá de Losna, Chá de Agripalma, Chá de Tanaceto, Chá de Ínula, Chá de Borragem, Chá de Bardana, Chá de Trevo-dos-prados, Chá de Esquisandra, Chá de Castanha da Índia, Chá de Artemísia, Chá de cravo, Chá de Canela, Chá de Alcaçuz, Chá de Alecrim, Chá de Pau D' arco, Chá de Tomilho, Chá Feno-grego, Chá de Unha-de-gato, Chá de Capim-limão, Chá de Eucalipto, Chá de Mil-folhas, Chá de Salsinha, Chá de Orégano, Chá de Cardo-mariano, Chá de Espinheira-Santa, Chá de Arnica, Chá de Arruda, Chá de Barbatimão, Chá de Bucha paulista ou cabacinha, Chá de Ipê roxo, Chá de quebra-pedra, Chá de Sucuuba, Chá de vidreira, Chá de Cânfora, Chá de chapéu de couro, Chá de Gengibre, Chá de hortelã (Menta Piperita).

Ufa a lista é grande.

chá de hortelã


E o chá mate? Grávida pode tomar?


O chá mate, assim como o chá preto, estão na classe daqueles que possuem um quantidade maior de cafeína. A cafeína em si não faz mal, mas ela é um estimulante do sistema nervoso central. Quando consumido pela gestante, principalmente em grande quantidade, pode aumentar a frequencia cardíaca, tanto do mãe quanto do bebê, deixando-os mais agitados. E isso não é bom para a saúde de ambos.

Mas você não precisa necessariamente abolir o chá mate, por exemplo, se sua dieta se você está acostumada a tomá-lo. Basta inserir com moderação.


Concluindo...


Um chazinho é sempre bom. Mas quando se está grávida deve-se estar atenta qual é o mais adequado para sua saúde e de seu bebê. 

E você? Teve alguma experiência com chás durante suas tentativas de engravidar ou gestação? Compartilhe sua experiência! Deixe seu comentário!

Abraços a todas e até o próximo post!





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Bebês até 6 meses não precisam tomar água

Olá a todas!

Aviso às futura e recentes mamães que você irão escutar muito de mulheres mais velhas sobre seus bebês recém-nascidos: "você não vai dar água para o seu filho"? 

Eu ouvi muito essa fala da minha mãe que, lá na década de 80, já saiu da maternidade com indicação de água e chá de "tantas em tantas horas". 

Muita coisa mudou de lá para cá e, de poucos anos para cá, os médicos pediatras deixam claro que a criança até seis meses, com amamentação exclusiva, não precisa tomar água.

O leite materno é uma fonte completa de alimento. Além disso, apresenta uma quantidade de líquido necessária para suprir as necessidades do bebê, impedindo, mesmo, uma desidratação. Não é à toa que se diz que o leite materno é um alimento completo.

Na realidade, dar água para um bebê com amamentação exclusiva pode prejudicar o ganho de peso e o crescimento. Como a água não possui calorias, ela pode encher o pequeno estômago do pequeno e, com isso, ele insere uma quantidade menor de leite do que o necessário. 


mãe amamentando



Pode haver, em algum momento, indicação de água?


Como já disse, na amamentação exclusiva não há necessidade de água. Mesmo nos casos de bebê que tomam fórmulas infantis, não é recomendo dar água. Em ambos os casos, o leite já possui a quantidade de água suficiente para suprir as necessidades do bebê.

Então você me pergunta: moro em um local que faz muito calor, nesse caso posso dar um pouco de água? Não. Os pediatras aconselham, nesse caso a aumentar as mamadas hidratar o bebê. Se ocorrer desidratação, decorrente de febre, vômitos ou diarreias, aconselha-se a ministrar soro caseiro ou os soros para reidratação vendidos em farmácia.

Há casos de bebês que são alimentados com fórmulas infantis e que, por causa do uso desse tipo de leite em pó, têm prisão de ventre e/ou ressecamento intestinal. O pediatra avaliará a necessidade de se incluir a água na rotina alimentar da criança. Nesse caso, a água oferecida ao bebê terá como função maior diluição da fórmula no intestino, melhorando o funcionamento intestinal.

Quando a água entra na rotina da criança?



copo com água



A criança que esteve em amamentação exclusiva, seja materna ou com a utilização de fórmula, só começa a tomar água quando se inicia a alimentação sólida salgada, a partir dos 6 meses de idade. Isso porque sua dieta passa a ter mais sal e proteína e a água ajuda os rins a eliminar o excesso dessas substâncias.

Acontece de, em alguns casos, a alimentação salgada ser introduzida aos 4 ou 5 meses (não aconselhável). Nesses casos, a água também entra na rotina do bebê juntamente com a nova alimentação.

A partir de 1 ano de idade, a quantidade de água ingerida aumenta a cada ano, até chegar chegar aos famosos 2 litros por dia (dependendo do físico da criança), por volta dos 8/9 anos de idade.


Então, nada de desespero seu leite e as fórmulas infantis garantem a hidratação de seu bebê.

E você? Sabia que bebês não tomavam água?

Conte sua experiência! Compartilhe com outras mamães e gestantes!

Abraços a todas!


Você sabe o que é teste de apgar?

Olá a todas!


A gestação é um momento grandioso da mulher. A espera, a ansiedade, a expectativa do nascimento. Você sabia que quando o bebê nasce ele passa por uma série de testes para verificar as condições de vitalidade do recém-nascido ao nascer? Esse teste se chama Teste de Apgar.

O que é o Teste de Apgar?


O teste de Apgar é o nome que se dá a uma série de testes que são realizados no bebê assim que ele nasce. Esse teste tem como objetivo observar o nível de adaptação do bebê fora do útero.

Esse teste foi criado em 1952 pela anestesista norte-americana Virginia Apgar e é utilizado no mundo como referência por ser um método fácil e confiável de se verificar a vitalidade do bebê ao nascer (fonte: http://revistacrescer.globo.com/Bebes/Cuidados-com-o-recem-nascido/noticia/2015/11/teste-de-apgar-o-que-e.html).

Dessa forma, o teste de Apgar é realizado em dois momentos: no primeiro no 5º minuto de vida do bebê. Se necessário, também será refeito no 10º minuto de vida (no caso de o resultado ficar abaixo do esperado após o 5º minuto).


teste de apgar recém-nascido


Como é realizado o teste de Apgar?


O teste de Apgar avalia as condições do recém-nascido verificando a frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, prontidão reflexa e cor da pele.

Cada um desses itens recebem uma nota de 0 a 2 que somados totalizam 10 pontos, distribuídos de acordo com a tabela abaixo:

apgar



A partir desses teste pode-se saber se o bebê está com algum problema cardíaco ou com problemas na respiração.

Qual é o valor ideal do Apgar?


Bons resultados de Apgar são aqueles entre 8 e 10, resultados abaixo de 3 são graves. Abaixo você pode ver como é a avaliação total de cada item e a saúde do bebê

Apgar entre 8 e 10: O bebê respira sozinho e tem boa condição física

Apgar entre 5 e 7: O bebê necessita de ajuda para respirar, seja por massagem ou utilizando oxigênio.

Apgar entre 0 e 5: O bebê necessita de maiores cuidados médicos e supervisão constante.


As notas logo após ao nascimento costumam ser menores do que após o 5º minuto de vida. Somente se ela não subir após o 5º minuto o bebê ficará sob uma maior observação.


O Apgar de seu bebê é informado para você assim que é realizado os testes na sala de parto. Ele também vem descrito no relatório de alta da maternidade.

Tem alguma dúvida ou experiência para compartilhar com outras mamães, deixe se comentário.

Abraços.





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