Sonhada Maternidade: Infertilidade
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Elixir de Inhame: cronograma de uso

Olá tentantes! Como está a correria e a ansiedade?

Resolvi fazer este post pois sempre estou ajudando outras tentantes com dúvidas sobre o uso do elixir de inhame no post "Engravidei tomando Elixir de Inhame"

Quais são as maiores dúvidas? As maiores dúvidas são relacionadas aos dias de uso, isto é, quando se inicia, quantos dias se deve tomar, quando termina.

Vamos lá!


O elixir de inhame deve ser tomado pelas tentantes por 7 dias, pela manhã em jejum, iniciando no 7º dia do ciclo e terminando um dia antes da possível ovulação, que deve ocorrer por volta do 14º dia do ciclo. Mas essa contagem funciona para quem tem ciclo de 28 dias. E para outras dezenas de mulheres que possuem ciclo de 25, 26, 27, 29, 30 dias? Não dá para seguir esse cronograma.

O importante, primeiramente, é saber que a ovulação ocorre, mais ou menos, 14 dias antes da menstruação descer, independente do tamanho do ciclo. Pode haver algumas variações de tamanho nessa fase (chamada fase lútea), mas o mais comum é que ela seja de 14 dias. Para saber o tamanho aproximado de sua fase lútea, aconselho o uso do método de medição da temperatura basal por, pelo menos, 3 meses, para você conhecer seu ciclo. Veja mais sobre esse método AQUI

O cronograma que faço aqui é para ciclos de tamanhos entre 26 e 35 dias, mas com fase lútea de 14 dias. Se você tem uma fase lútea maior ou menos, adapte o cronograma a seguir.

Tamanho do ciclo
Início do elixir
Término do elixir
Dia da ovulação
25 dias
4º dia do ciclo
10º dia do ciclo
11º dia do ciclo
26 dias
5º dia do ciclo
11º dia do ciclo
12º dia do ciclo
27 dias
6º dia do ciclo
12º dia do ciclo
13º dia do ciclo
28 dias
7º dia do ciclo
13º dia do ciclo
14º dia do ciclo
29 dias
8º dia do ciclo
14º dia do ciclo
15º dia do ciclo
30 dias
9º dia do ciclo
15º dia do ciclo
16º dia do ciclo
31 dias
10º dia do ciclo
16º dia do ciclo
17º dia do ciclo
32 dias
11º dia do ciclo
17º dia do ciclo
18º dia do ciclo
33 dias
12º dia do ciclo
18º dia do ciclo
19º dia do ciclo
34 dias
13º dia do ciclo
19º dia do ciclo
20º dia do ciclo
35 dias
14º dia do ciclo
20º dia do ciclo
21º dia do ciclo

Mais uma vez lembro que esse cronograma se baseia em uma fase lútea de 14 dias!

Veja também como utilizei o elixir de inhame para engravidar em Engravidei tomando elixir de inhame.

Espero que esse cronograma ajude você a se organizar quanto ao uso do elixir de inhame. E que seu positivo venha logo, logo.

Qualquer dúvida, deixe seu comentário.

Beijos férteis a todas!

OBS: Quer comprar o Elixir de Inhame? Veja os preços AQUI!

sonhadamaternidade.blogspot.com.br



Ovulação tardia: o que é isso?

Sabe aquele monte de termos que você desconhece sobre gravidez/gestação que você só fica sabendo que existe quando resolve engravidar? Aí, quando você fica sabendo que tal coisa existe, fica pensando: será só comigo?

Um desses termos que você tentante de longa data deve ter ouvido falar é da tal ovulação tardia.

Primeiro vamos pensar em uma mulher com um ciclo menstrual regular, de 28 dias. Ela, teoricamente, ovulará em torno do 14º dia do ciclo e, se não houver fecundação do óvulo, sua menstruação virá 14 (fase lútea) dias após a ovulação. Independente do tamanho de seu ciclo, um médico me disse uma vez que se você menstrua todo mês, ou se seu ciclo sempre foi grande (35 dias, por exemplo), ele é regular.

Umas das coisas mais importante que aprendi durante minhas tentativas de engravidar é que cada mulher é única e que cada umas podem ter a fase lútea de duração padrão (14 dias) ou diferenciada. Para saber exatamente como seu ciclo funciona e qual é o tamanho de sua fase é interessante medir a temperatura basal durante, pelo menos, 4 meses para identificar o tamanho de sua fase lútea. Dê uma olhada no post TEMPERATURA BASAL.

Mas se em algum momento seu ciclo foi maior do que o esperado, ultrapassando o número de dias normais, você teve uma ovulação tardia. Após essa ovulação, seu organismo seguirá a fase lútea habitual de seu corpo.

Mas por que a ovulação tardia acontece? As causas estão nos nossos hormônios. O atraso para a hipófise liberar o hormônio de crescimento e amadurecimento do folículo (o LH - hormônio luteinizante) é que faz com que a ovulação atrase. Sem o estímulo desse hormônio e do estrogênio no momento costumeiro de nosso organismo faz com que a ovulação não ocorra no momento que esperamos e, assim, até nossa menstruação atrasa.

O importante é conhecer bem o funcionamento do seu organismo para não se desesperar com as tentativas de engravidar.

Quer saber mais sobre como sobre como saber que você está ovulando? Veja mais no post




Abraços.

útero

HCG para emagrecer: efeitos para uma futura gravidez

Nos dias atuais, cada vez mais a mulheres buscam um corpo perfeito, já que a sociedade preza pela aparência, tendo como parâmetro modelos fotográficos e de passarela (que longe estão da realidade brasileira).

Na busca incessante pelo corpo ideal, as mais variadas (e loucas) dietas estão disponíveis para quem quiser se arriscar em busca da boa forma, não aquela que preza pela saúde, mas tão somente pela estética.

A nova onda do momento a a utilização do hormônio Gonadotrofina Cariônica Humana, o famoso HCG que detecta gravidez. Assim que o óvulo é implantado, o corpo da mulher começa a liberar o HCG, que se mantém alto durante boa parte do primeiro trimestre da gestação e depois de estabiliza em níveis medianos, mas sempre presente durante toda a gestação.

A dieta consiste na ingestão (aplicação) do hormônio por um período determinado e promete perdas significativas de peso, como aplicação de altas doses do hormônio associada à ingestão de alimentos com baixíssimas calorias. Algumas pessoas sentem efeitos colaterais (como tonturas, náuseas, fraqueza, entre outros) e outras não. Como a intenção deste post não é tratar da dieta e sim seus efeitos em uma futura gestação, vamos em frente.

Ainda não há estudos consistentes que comprovem que essa dieta afete tentativas de gravidez, mas, como cada organismo reage de uma maneira a medicamentos, o excesso de HCG no organismo pode fazer com que o mesmo "pense" que a mulher está com uma gestação em andamento e assim o processo do ciclo ovulatório da mulher pode não acontecer (fase folicular, ovulação, fase lútea). Além disso, pode fazer com que algumas mulheres desenvolvam síndrome dos ovários policísticos.

Então, todo o cuidada é pouco ao se utilizar o HCG para emagrecer, principalmente para quem não engravidou ainda e pensa em fazê-lo logo. Afinal, cada organismo é singular e não se sabe como o seu reagirá a esse tratamento.


Como utilizar o Inhame para engravidar: preparos

Como prometi, venho trazer receitas de como preparar o inhame. É claro que independente de estar tentando engravidar, o consumo desse alimento é muito bom para a saúde, principalmente para a pele. Segue, primeiro, a receita do chá de inhame, que a maneira mais eficiente de utilizá-lo para fins de fertilidade e ovulação.

CHÁ DE INHAME


Modo de preparo: Retire a casca de um Inhame e ferva em 1 copo (requeijão) de água.

Posologia: Tomar em jejum 1/2 copo, durante 7 dias, de preferência a partir do 7º dia do ciclo até o 14º.

Ação esperada do medicamento: super estimula a produção dos ovários promovendo a liberação de 2 (dois) ou mais óvulos e/ou prolonga o período fértil, fazendo durar o tempo disponível do óvulo para fecundação.

Efeitos colaterais: pode provocar náuseas, diarreias e vômitos.

Precauções: qualquer sintomas adversos suspender o uso do medicamento.

Contra Indicações: Não utilizar em crianças, gestantes, pessoas com disfunções intestinais e idosos.


OBSERVAÇÕES IMPORTANTES!


1. O Chá tem que ser consumido no mesmo dia, como a casca fica embaixo da terra, tem que ferver muito bem, uns 5 minutos no mínimo!, então praticamente 1/2 copo acaba evaporando...

2. Não faz mal tomar, mas para quem não quer tomar a baba gosmenta, pode retirar só a casca, raspando cuidadosamente com a faca, ao invés de ir cortando.

3. O melhor inhame é o tipo (chinês) aquele redondinho e cabeludinho, pois a casca tem mais propriedades.


Observação: Cuidado com o tipo de inhame que for utilizar, pois há alguns tipos de inhame que pode ser tóxicos à saúde


Suco de Inhame com Limão



1 inhame cru e sem casca

2 limões espremidos

2 copos de água 



Bata tudo no liquidificador e adoce a gosto. 

O ideal é consumir logo após seu preparo.

Outras formas de preparos

Não podemos esquecer as formas de consumo do inhame como purê ou refogado com em forma de cubos e com caldo. Esses preparos são mais comuns de serem consumidos com as refeições deixando-as ainda mais saborosas. Vale a pena experimentar!
Volto em breve com mais novidades!


chá de inhame

Inhame e fertilidade: indutor natural de ovulação

Em busca da tão desejada gestação, nos deparamos com as mais diversas "fórmulas" e receitas para aumentar a fertilidade, principalmente quando a mulher utilizou por muito tempo contraceptivos hormonais. É totalmente desaconselhável utilizar por conta própria medicamentos que estimulem ovulação sem indicação médica, pois o resultado pode ser inverso ao esperado, uma vez que é necessários estudos hormonais e clínicos de seu organismo para que esses medicamentos sejam receitados.

Mas um grande aliado natural da fertilidade feminina é o inhame. O inhame possui um fito-hormônio chamado diosgenina, que assim que é digerido pelo organismo se transforma em outra substância de nome dehidroepiandrosterona (DHEA). A DHEA, no organismo feminino pode ser convertido em progesterona,  estradiol entre outros que auxiliam na fertilidade.

Além disso, o inhame é rico em vitamina B6 que regulariza os hormônios e os ciclos menstruais auxiliando na fertilidade da mulher.

Mas muito cuidado se você possuir SOP (síndrome dos ovários policísticos) pois o resultado pode ser inverso ao esperado. O ideal é primeiramente tratar a SOP para posteriormente fazer uso do inhame com a intenção de engravidar (em outra postagem tratarei melhor do assunto).

Nas próximas postagens trarei receita para consumo do inhame.

Abraços.

inhame

Endometriose

Doença caracterizada pela presença do endométrio – tecido que reveste o interior do útero – fora da cavidade uterina, ou seja, em outros órgãos da pelve: trompas, ovários, intestinos e bexiga.

Todos os meses, o endométrio fica mais espesso para que um óvulo fecundado possa se implantar nele. Quando não há gravidez, esse endométrio que aumentou descama e é expelido na menstruação. Em alguns casos, um pouco desse sangue migra no sentido oposto e cai nos ovários ou na cavidade abdominal, causando a lesão endometriótica. As causas desse comportamento ainda são desconhecidas, mas sabe-se que há um risco maior de desenvolver endometriose se a mãe ou irmã da paciente sofrem com a doença.

É importante destacar que a doença acomete mulheres a partir da primeira menstruação e pode se estender até a última. Geralmente, o diagnóstico acontece quando a paciente está na faixa dos 30 anos.

Hoje, a doença afeta cerca de seis milhões de brasileiras. De acordo com a Associação Brasileira de Endometriose, entre 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (13 a 45 anos) podem desenvolvê-la e 30% tem chances de ficarem estéreis.

Os principais sintomas da endometriose são:

• Cólicas menstruais intensas e dor durante a menstruação;
• Dor pré-menstrual;
• Dor durante as relações sexuais;
• Dor difusa ou crônica na região pélvica;
• Fadiga crônica e exaustão;
• Sangramento menstrual intenso ou irregular;
• Alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação;
• Dificuldade para engravidar e infertilidade


´Diagnóstico


O diagnóstico da endometriose é feito por exames específicos, como:

Ultrassonografia transvaginal – Procedimento de menor custo, que permite a identificação de endometriomas, aderências pélvicas e endometriose profunda.

Ressonância magnética – Exame mais caro, a ressonância magnética apresenta melhores taxas de sensibilidade e especificidade na avaliação de pacientes com endometrioma e endometriose profunda.
Para identificar a existência da endometriose, outros exames complementares ainda podem ser solicitados pelo médico, como a ultrassonografia transretal, a ecoendoscopia retal e a tomografia computadorizada. Após a identificação de alguma alteração, o médico poderá optar por realizar uma biópsia da lesão encontrada, de modo a confirmar o diagnóstico. Essa avaliação será realizada por meio de exames chamados laparoscopia e laparopotomia.

Laparoscopia – Permite tanto o diagnóstico como o tratamento da paciente. O procedimento é realizado através de pequenas incisões na barriga, e a introdução de instrumentos telescópicos para a visualização, e se for o caso, para a retirada das lesões. A laparoscopia também permite a coleta de material para avaliação histológica e o tratamento cirúrgico das lesões. O ideal é que seja realizado após o término da fase de avaliação por meio dos métodos de imagem, permitindo que o diagnóstico e o tratamento possam ser feitos de maneira integrada – e evitando, assim, múltiplos procedimentos. A Laparoscopia é mais vantajosa que a Laparotomia, porque envolve um menor tempo de hospitalização, anestesia e recuperação, além de permitir uma melhor visualização dos focos da doença.

Laparotomia – É o procedimento tradicional e considerado mais invasivo em comparação à Laparoscopia.  Envolve uma incisão abdominal maior para acessar os órgãos internos, e pode ser indicada pelo médico dependendo das necessidades da paciente.

Hoje em dia, no entanto, existem diversos tipos de tratamentos não invasivos, que podem reduzir o número total de procedimentos a que a paciente é submetida. Vale ressaltar que a endometriose é uma doença crônica, e por isso o acompanhamento médico contínuo é fundamental.

Fonte:
PASSOS, Eduardo Pandolfi. et al. Videolaparoscopia. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 302-322.

SOUZA, Carlos Augusto B. et al. Endometriose. In: FREITAS, Fernando. (autor) et al. Rotinas em Ginecologia. Porto Alegre: Artmed, 2011, pp. 144-158.

UENO, Jogi. Laparoscopia x Laparotomia. Disponível em: < http://laparoscopiaginecologica.net.br/2013/07/laparoscopia-x-laparotomia/>. Acesso em 18 jul. 2013.

Síndrome dos ovários policísticos

A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é um distúrbio hormonal comum nas mulheres em idade reprodutiva. Também conhecida como síndrome de Stein-Leventhal, a doença é definida por um aumento de tamanho dos ovários, que criam várias bolsas cheias de líquido (cistos).

O que ocorre é que vários corpos lúteos, na época da ovulação, se preparam para serem liberados, mas por causa desse distúrbio hormonal, nenhum óvulo é liberado e essas bolsas de líquido se acumulam nos ovários. Sem ovulação as possibilidades de gravidez são nulas.

É comum a mulher apresentar elevados níveis de hormônios masculinos, ao ponto de, em certos casos, apresentar características masculinas, como excesso de pelos. Em adolescentes, a menstruação pouco frequente ou ausente pode ser sinal da doença.

A SOP é identificada, inicialmente, por meio de uma ultrassonografia endovaginal, podendo também ser realizada em série (três seções antes da ovulação) para se ter certeza de que a ovulação não ocorreu ou se não houve evolução do corpo lúteo.

Como os ciclo ficam irregulares com a SOP, essa síndrome pode dificultar a gravidez.

 

Tratamento de Síndrome do ovário policístico

O tratamento para síndrome dos ovários policísticos geralmente se concentra na gestão dos sintomas e complicações, tais como infertilidade, acne ou obesidade.
O seu médico pode prescrever medicamentos para:

  • Regular seu ciclo menstrual, como pílulas anticoncepcionais
  • Reduzir os níveis de insulina e prevenir diabetes tipo 2, como a metformina
  • Ajudar na ovulação, como os indutores de ovulação (citrato de clomifeno, por exemplo)
  • Reduzir o crescimento excessivo de pelos, como inibidores de hormônios andrógenos.
Se os medicamentos não ajudá-la a ficar grávida, uma cirurgia ambulatorial chamado perfuração ovariana laparoscópica é uma opção para algumas mulheres com SOP. Seu médico pode ajudá-lo a determinar se você é uma candidata para este tipo de cirurgia.

Neste procedimento, um cirurgião faz uma pequena incisão no abdômen e insere um tubo ligado a uma pequena câmara (laparoscópio). A câmera fornece ao cirurgião imagens detalhadas de seus ovários e órgãos pélvicos vizinhos. Em seguida o cirurgião insere instrumentos cirúrgicos através de incisões pequenas e utiliza energia elétrica ou a laser para queimar buracos em folículos sobre a superfície dos ovários. O objetivo é o de induzir a ovulação.


Alternativa natural de tratamento para SOP


Aqui no blog já falei de duas ervas interessante no tratamento da SOP. Trata-se do uxi amarelo e da unha de gato. Dê uma olhada pois é muito interessante.

Veja no post Uxi amarelo e Unha-de-gato como se utiliza essas ervas.


imagem uxi amarelo e unha de gato.


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