Sonhada Maternidade: Exames
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Beta HCG qualitativo ou quantitativo: qual a diferença?

Olá a todas!

A espera pelo atraso menstrual para a realização de testes para se saber se você está grávida é angustiante. E só o teste de farmácia não é o suficiente para se ter certeza. Depois de ver as duas listrinhas no teste de farmácia, é hora de se confirmar com um exame de sangue. É o famoso Beta Hcg.

O HCG é um hormônio que indica a gravidez e somente começa a ser secretado no organismo após a implantação do óvulo no útero. Essa implantação pode demorar até 14 dias após a ovulação para ocorrer. Por isso, muitos testes de farmácia podem dar negativo antes do atraso menstrual pelo fato de, muitas vezes, não haver ocorrido a implantação.

Mesmo com um, ou dois dias de atraso, se a implantação tiver ocorrido mais tarde, pode ser que o Beta HCG dê negativo, apresentando um falso negativo.

Mas como isso pode acontecer?


Um exame de sangue pode apresentar um falso negativo quando ainda não houve tempo para a secreção de quantidade de hormônio suficiente para que o laboratório em que você realizou o exame considere-o positivo.

Isso acontece pelo fato de cada laboratório possuir uma quantidade referência de quantidade de HCG para dizer se seu exame é positivo ou negativo.

Nesse caso de resultados apenas POSITIVO ou NEGATIVO, temos um beta HCG chamado de qualitativo

Então qual a diferença entre o Beta HCG qualitativo e quantitativo?


O Beta HCG quantitativo apresenta seus resultados numericamente, isto é, é apresentado a quantidade de hormônio presente em seu organismo por mililitro de sangue e, no próprio exame, há uma tabela de referência de HCG na qual é apresentados valores esperados para positivo e negativo.


beta hcg quantitativo positivo


Alguns laboratórios ainda disponibilizam no exame o possível nível de HCG  no organismo e a possível idade gestacional em que você está. Leia mais sobre isso no post VALORES DO BETA HCG E AS SEMANAS DE GESTAÇÃO.

Já o Beta HCG qualitativo, como disse anteriormente, apenas apresenta o resultado verbalmente, isto é, se é POSITIVO ou NEGATIVO.




 
Alguns laboratórios podem apresentar o resultado como REAGENTE ou NÃO-REAGENTE. Nesse caso, reagente é positivo, há presença de HCG no organismo; e não-reagente é negativo, não há presença de HCG no organismo.

Qualitativo ou quantitativo: qual você deve escolher?


Alguns laboratórios só fornecem resultado para o exame quantitativo, outros só para o qualitativo.

Aqueles que apresentam as duas opções, fica a seu critério escolher se você quer quantitativo ou qualitativo. Nesses casos, costuma haver diferença de preço (se você estiver fazendo particular), sendo o quantitativo um pouco mais caro do que o qualitativo.

Eu acho melhor o quantitativo, pois fornece uma noção maior da quantidade de hormônio no organismo e como está a evolução da gravidez.

Mas se você for mais objetiva, e quer resposta rápida sem ter que analisar dados, o qualitativo é uma boa opção.

Agora que você já conhece um pouco mais sobre os tipos de exames de Beta Hcg, é só esperar o atraso menstrual para escolher o que mais adequa a sua "necessidade imediata".


Então, gostou do post? Comente e compartilhe! Sua opnião é muito importante para o crescimento do blog.

Um abraço a todas!


Prolactina alta atrapalha a engravidar?

Olá a todas!

Você que é tentante há algum tempo começa a pensar em procurar um médico para investigar se há algum fator que esteja dificultando sua gravidez (além da ansiedade, é claro). Entre alguns exames exigidos pelo médico, para início, é o de prolactina. Mas o que é prolactina?

Prolactina é um hormônio, liberado pela hipófise, e que estimula a produção do leite materno. A liberação de prolactina pel hipófise ocorre assim que ocorre o parto para que o leite comece a ser produzido e o bebê possa ser amamentado.

Mas não é só com o nascimento que a prolactina pode ser liberada. Pode ocorrer sua liberação mesmo quando a mulher não está grávida (por alguma desregulação hormonal) ou assim que a mulher engravida. Nesses casos pode ser que haja escapes de leite.

Mulheres que sofrem aborto espontâneo e que a hipófise tenha liberado prolactina talvez demorem um pouco mais a engravidar pois tenham que esperar os níveis de prolactina abaixar a ponto de voltar a ovular. 


Minha prolactina está um pouco mais alta. Por isso não consigo engravidar?


Não é porque sua prolactina está um pouco alterada que você deve associar à dificuldade de engravidar. Muitas vezes pode haver outros fatores envolvidos, como outros hormônios alterados. Se fosse pelo simples fato de ter níveis de prolactina mais alto, não teríamos tantas mulheres engravidando ainda amamentando.

Quando você quer engravidar e o valor da prolactina é alto suficiente para inibir a ovulação, aí sim é necessário tratamento para diminui-la. No caso do aumento desse hormônio por causa de uma gestação que não evoluiu (aborto espontâneo), em pouco tempo os níveis devem diminuir. Se não ocorrer diminuição em um ano, o médico deverá ser consultado para avaliação e melhor tratamento.

Mas quando o aumento da prolactina se dá por alguma disfunção hormonal, seu médico pedirá exames de níveis de outros hormônios e aí sim fazer o tratamento.

Quais os valores de prolactina?


Muitos laboratórios consideram normais para mulheres não grávidas o valores de até 25,0 nanog/mL. Acima desse valor é encontrado em gestantes. Não encontrei valores exatos que podem que podem levar a mulher não ovular, podendo depender de cada organismo. Devem ser avaliados mais a fundo mulher com não grávidas com valores de prolactina acima de 100,0 nanog/mL, pois a elevação pode está sendo causada por um tumor benigno de hipófise.

Então, só porque sua prolactina está um pouco alterada não é preciso desesperar. Converse com seu médico e veja o melhor caminho a seguir.

Um grande abraços a todas!



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Saber sexo do bebê pelo ultrassom: Método de Ramzi

Olá a todas!

Estou escrevendo mais um post que testa teorias que encontramos na internet.

Lendo o blog da Mamãe Tagarela uma postagem que ela fala do Método de Ramzi, relembrei que na minha última gestação andei pesquisando outras formas de descobrir o sexo do bebê pelo ultrassom. Afinal já tinha um menino e queria saber o sexo do segundo.

Com já disse em outro post, os médicos que realizam ultrassom costumam "chutar" o sexo do bebê quando realizamos o exame de translucência nucal (mais ou menos entre a 11ª e o fim da 13ª semana de gestação) analisando o tubérculo genital fetal (veja mais no meu post AQUI). Para nós, simples mortais, é muito difícil analisar esse tubérculo pois o médico tem que tirar uma foto muito boa, com o bebê em uma ótima posição.

Descobri, então, na época, pesquisando na internet, que segundo pesquisas realizada pelo pesquisador Saad Ramzi Ismail, a posição da placenta e do feto no ultrassom do primeiro trimestre (realizado entre 6 e 8 semanas) pode nos dar pistas do sexo do nosso bebê. O pesquisador comparou mais de 5.000 exames de ultrassonografias em 10 anos e em 90% dos casos deram certo, isto é, se a placenta e o feto estiverem no lado esquerdo do útero, o bebê é uma menina. Se estiver no lado direito do útero, o bebê é um menino.

Normalmente no laudo do ultrassom o médico coloca a localização da placenta (se está à direita ou à esquerda). Se não tiver essa informação, você pode identificar localizando a parte mais clara do ultrassom e que tem forma de C ou U ficando em volta do saco gestacional.
 
Peguei o ultrassom do meu primeiro filho para testar. Veja a imagem abaixo (não repare a resolução pois é uma foto que tirei do ultrassom e não ficou 100%):



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Observem que a placenta e o embrião estão à direita, confirmando que realmente era um menino!

Abaixo a imagem de ultrassom da minha segunda gestação:

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A placenta estava à esquerda, indicando ser uma menina, o que realmente era.

Mas tome cuidado ao analisar seu exame pois ele pode estar espelhado (maioria dos casos) e direito pode ser esquerdo e vice-versa. Por isso, verifique se não há informação da localização da placenta no laudo de seu exame (como eu já disse acima) ou pergunte ao médico que fez o ultrassom ou a seu médico se o exame está espelhado ou não.

Alguém já testou e confirmou esse método de Ramzi? Conte para gente!

E você? Teve curiosidade de olhar seu ultrassom e descobrir o sexo de seu bebê? Nos diga como foi!

Veja também TUBÉRCULO GENITAL FETAL: COMO SABER O SEXO DO BEBÊ PELO ULTRASSOM.

Abraços a todas!

Ultrassom seriado

Olá queridas!

Mais uma vez venho trazer informações para todas as tentantes em busca de seu tão sonhado positivo. De repente você se vê tentando e tentando, os meses passando e nada de ver a segunda listra do teste de farmácia. Depois de 12 meses de tentativas, antes de realizar exames mais complexos, os médicos costumam pedir uma ultrassonografia seriada para saber o dia exato de sua ovulação em um determinado ciclo. Pois é, às vezes está tudo bem com você, mas você pode não seguir padrões de ovulação igual a maioria das mulheres e por isso não ovular exatamente no 14º dia do ciclo.

O ultrassom seriado pode ser realizado pélvico ou transvaginal, sendo o segundo mais comum, e a partir dele pode-se verificar a presença de folículos, quais estarão prontos para romperem, houve ou não rompimento ou ovulação.

Por que do nome ultrassom seriado?

Esse nome se dá pelo fato de se realizar uma série de exames ultrassons em dias seguidos, que podem ser entre 3 e 8 dias seguidos, dependendo das exigências médicas, mas o mais comum é entre 3 e 4 dias seguidos. Eu realizei ultrassom seriado após uma ano de tentativas após meu aborto espontâneo (veja mais AQUI), e no meu caso foram necessárias apenas 3 sessões. Na minha experiência, no mês que realizei esses exames, não ovulei, os folículos se prepararam mas não romperam, formando pequenos cistos nos ovários. Foi meu único ciclo anovulatório.

Normalmente, os médico pedem que se comece a realizar os ultrassom entre o 10º e 11º dia do ciclo, para se tentar monitorar o processo de amadurecimento dos folículos e a consequente ovulação.

Alguns tratamentos de fertilidades utilizam o ultrassom seriado para se saber quando ocorre a ovulação, é o caso da fertilização in vitro e da inseminação artificial. Há também o coito programado (aquele que ocorre nos dias exatos da ovulação) para casos de menor complexidade.


Posso pedir ao meu médico para eu fazer esse ultrassom seriado para descobrir meu dia fértil?


Dificilmente seu médico irá solicitar esse exame com menos de 12 meses de tentativas que não resultaram em gestação. Ele com certeza irá pedir para que retorne a procurá-lo após esse tempo se não conseguir engravidar.

O mais comum é a indicação de treinar um dia sim outro não para conseguir abranger mais fácil o período fértil.

Então, você me pergunta: há como saber mais facilmente quando estou fértil? Há sim! Existem os teste de ovulação vendidos em farmácia. Eles são semelhantes aos testes de gravidez e verificam o nível de hormônio na urina, positivando quando você estiver para ovular ou ovulando.

Super indico o método de temperatura basal que utilizei nas minhas duas gestações e que mostra certinho o dia da ovulação (veja como funciona esse método AQUI). É claro que para utilizar esse método a mulher tem que ser super disciplinada pois a medição deve ser realizada sempre nos mesmo horário.

Agora é você escolher o melhor método e ir a luta!!!

Abraços e beijos férteis a todas!

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Fonte imagem: http://www.materprime.com.br/tratamentos/fertilizacao-in-vitro/


 

Tubérculo Genital Fetal - como saber sexo do bebê pelo ultrassom

Olá futuras mamães!

A curiosidade acerca do sexo do bebê é grande para muitas mães. Desde os primeiros exames de ultrassonografia algumas mulheres já ficam ansiosíssimas para saber se já "dá para ver o sexo". A primeira alternativa que os médicos utilizam é por meio da análise do tubérculo genital fetal. Mas mesmo assim, a resposta rápida e certeira dos médicos que realizam o exame é: NÃO, não dá para predizer o sexo.

Não adiante querer, por exemplo, querer saber o sexo na ultra do 1º trimestre (aquela que é endovaginal) uma vez que nesse período os órgãos genitais não começaram a se formar. Já no exame de translucência nucal (TN), quando realizado o mais próximo da 14ª semanas, aos profissionais já dão uma porcentagem de chance de ser um ou outro sexo, isso se o tubérculo genital fetal já estiver bem visível (muito bem mesmo). Mas não é muito bom deixar para cima da hora esse exame, já que o mesmo só pode ser feito até o dia em que se completa 14 semanas.

A partir da 16ª semana, os resultados já começam a ser mais confiáveis, e alguns médicos podem solicitar o ultrassom somente para a mãe acabar com a curiosidade, já que entre 20 e 24 semanas será necessário uma ultra morfológica (com essa sim, dá para ver com maior perfeição os órgãos sexuais).

Mas, mais uma vez, sabemos que há mais que não aguentam esperar até 20 para saber se terá uma menina ou menino, e ficam namorando as imagens da ultra procurando por alguma pista qualquer, é claro, com a ajuda da internet.

Na minha primeira gestação fui forte e consegui esperar até 22 semanas, quando fiz a morfológica, para saber o sexo do meu filho. Na realidade, a médica não viu necessidade de eu fazer uma ultra entre 14 e 20 semanas apenas para ter essa informação, então não insisti.

Na atual gestação, sem eu pedir, o médico já fez a solicitação. Fiz o exame com 17 semanas e terei uma menina. Agora é só confirmar com o morfológico.

O que é o tubérculo genital fetal?


O tubérculo genital fetal é "broto" dos órgãos genitais. É a partir dele que se formará a vulva e o pênis. E sua posição pode indicar o sexo do bebê (veja mais abaixo).

Para matar a curiosidade de muitas, as imagens de ultrassom (de foram de boa qualidade) podem dar dicas sobre o sexo. Encontrei a imagem abaixo na web que mostra como analisar a imagem:

tubérculo



O tubérculo genital (que se tornará o órgão genital) apresenta posições diferenciadas entre meninos e meninas. No caso de bebês do sexo masculino, o tubérculo tem angulação de 30º graus em relação à coluna do feto. Já no caso dos bebês do sexo feminino, o tubérculo é reto em relação à coluna (fui conferir na minha última ultra e realmente o tubérculo está reto).

Se você (como muitas outras) for curiosa, dê uma olhada em seus exames e veja se consegue descobrir algo.

Conte-nos sua experiência. Deixe se comentário e compartilhe.


Abraços e até a próxima!


Infiltração trofoblástica! O que é isso?

Olá!
Durante a gestação nos deparamos com diversos nomes científicos relacionados com exames, resultados, diagnósticos, entre outros. E muitas vezes, nós, simples mortais, quebramos a cabeça para tentar desvendar algum resultado antes da próxima consulta pré-natal.

Eu sou assim: quando vejo algo que não sei ou desconheço nos resultados de meus exames, corro para o "São Google" para tentar encontrar a resposta.

Durante esta gestação, na ultrassonografia do 1º trimestre, fui surpreendida pela expressão "infiltração trofoblástica" no parecer da médica. Cheguei em casa e fui correndo ver se na primeira ultra do meu primeiro filho tinha algo desse tipo no resultado e nada. Fiquei encucada. Corri para o Google e que dificuldade. Encontrei algumas coisas sobre doença trofoblástica (ligada a tumores e gravidez molar) o que não era meu caso pois eu tinha acabado de fazer ultrassom e o bebê estava lá bonitinho, com batimento cardíaco e tudo.

Foi então que descobri que poderia encontrar um sinônimo para infiltração trofoblástica: invasão trofoblástica. Aí sim resultados próximos ao que eu esperava começaram a surgir.

Então, o que é essa infiltração/invasão trofoblática? Falando como leiga no assunto, trata-se da simples diminuição da diferença de pressão na formação da placenta. Se esse equilíbrio não ocorre, maior é o risco de eclâmpsia. Essa invasão ocorre no primeiro trimestre entre a 8ª e a 10ª semana de gestação; e no segundo trimestre entre a 14ª e a 16ª semana.

Como podemos ver, não é nada alarmante e sim um processo natural que na gestação.

Para maiores informações, vocês podem dar uma olhada no site http://www.doppler.me/doppler-arterias-uterinas.php .

Até a próxima!

Fonte: http://www.doppler.me/doppler-arterias-uterinas.php

HISTEROSSALPINGOGRAFIA

Olá a todos!

Hoje vou falar um pouco de um exame que muitas mulheres que estão pesquisando motivos de infertilidade (ou de demora para engravidar): HISTEROSSALPINGOGRAFIA.

Esse nome grande já assusta, assim como as leituras que fazemos na internet sobre o mesmo. A histerossalpingografia é um exame ginecológico de raio X do útero e das trompas, feito com contraste. Durante o exame, o colo do útero da mulher é pinçado para que um cateter seja introduzindo no mesmo. Esse cateter é responsável pela injeção do contraste no útero da mulher, para que a radiografia seja realizada. A histerossalpingografia deve ser feita 1 semana após a menstruação e antes da ovulação para garantir que a mulher não está grávida.

O contraste entra nas trompas, e em alguns casos, possíveis obstruções nas mesas são resolvidas apenas com a força do contraste. Muitas mulheres na net relatam conseguir engravidar após o exame.

Existem muitos relatos de dor durante o exame. Algumas clínicas costumam sedar as pacientes, mas na maioria dos casos o médico pode receitar algum analgésico ou anti-inflamatório para usar antes e depois da histerossalpingografia. Mas não vou mentir aqui: É UM EXAME REALMENTE DOLOROSO.

Agora relato minha experiência com o exame: para realizar o exame, a clínica pediu que eu tomasse paracetamol 500mg uma hora antes. Fui para a clínica muito receosa por todos os comentários que já havia lido na internet. Na sala da radiografia, havia uma médica, uma auxiliar de enfermagem e um médico radiologista (que só entrou na sala no momento da radiografia). A médica pinçou o colo do meu útero (dorzinha leve, suportável) preparou o contraste para se injetado e o radiologista entrou. Aí veio o momento difícil. O radiologista preparou a máquina por cima de mim e a médica injetou o contrasta na primeira trompa: uma grande dor, como de fosse uma cólica muito forte. Na segunda trompa, a dor foi um pouco maior, e para piorar teve que repetir pois o radiologista não conseguiu tirar a radiografia adequadamente. 

No fim, me senti exausta. A médica , muito tranquila, falou que eu ficaria na cama para descansar e  assim que eu me sentisse melhor me liberaria. Devo ter ficado lá uns 15 minutos. Não havia obstruções nas minhas trompas, estando tudo OK comigo.

Minha conclusão: é um exame dolorido sim, mas suportável. Tudo vale a pena quando estamos tentando ter nosso bebê.

Um grande abraço.

histerossalpingografia imagem do exame

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