Sonhada Maternidade

Sono do bebê não é mais o mesmo: crise entre 3 e 4 meses

Olá a todas mamãe ( e também gestantes e tentantes)!

Andei um pouco sumida. A rotina em casa está pedreira: filho sempre resfriado (de quinze em quinze dias) e bebezinha me sugando ao máximo! Mas a força cresce nesses momentos. As noites em claro e as preocupações fortalecem as mães. É como disse o filósofo alemão Nietzsche: "o que não me mata, só me fortalece". E é assim que me sinto, FORTE!

Foram duas semanas bem punk. Nesse meio tempo percebi que o sono da filhota alterou. Ainda dorme bastante durante a noite (como já descrevi no post Como fazer o bebê dormir a noite inteira? Infelizmente não há receita), mas durante o dia começou a dar espaços maiores entre as sonecas e as mesmas estão ficando curtas. Os intervalos de sonecas eram de 1 hora, 1 hora e meia. Agora já está chegando a 2, podendo ultrapassar. As sonecas estão durando no máximo 30 minutos. Isso significa que o tempo para fazer algo antes que ela acorde se tornou precioso. Tenho que correr.

Estou vendo a história do meu primeiro filho se repetir sobre a dificuldade de pegar no sono.

Por que isso acontece? Lendo bastante sobre o assunto, vi as diversas mudanças que ocorrem com o bebê após os 3 meses de idade. Entre 3 e 4 meses ocorre um dos saltos de desenvolvimento e um dos de crescimento (falarei desses saltos em um post posterior). Então é um período complicado. E é claro que tudo isso afeta o sono.

O bebê fica mais agitado com as habilidades que estão se desenvolvendo e a necessidade de mais alimentação para o crescimento acabam por desestabilizar o momento importante do dormir. Ele passa a acordar mais durante a noite, pedindo atenção ou alimentação. Começa a ter dificuldades para pegar no sono sozinho (se já o fazia) necessitando de algo que o acalme. E diminui os tempos de sonecas durante o dia. Isso tudo pode deixar a mãe descabelada, afinal é o momento em que seu bebê descansa que você também aproveita para fazer o mesmo. Então, essas fases de desenvolvimento tornam-se angustiantes e estressantes.

O mais importante a saber é que essas fases, como todas as outras, passam. O problema é como lidar com essas fases pois dependendo de sua atitude, você pode deixar que maus hábitos sejam adquiridos (por assim dizer) e isso atrapalhar de vez o sono do seu filhote.

Que maus hábitos seriam esses? Por exemplo, ninar o bebê para dormir, dar o peito na esperança dele dormir, entre outros. Isso pode deixar você se tornar escrava desses hábitos. E, por experiência própria, é difícil tirar esses hábitos dos nossos filhos.

No momento, minha filhinha que pegava no sono sozinha, estando deitadinha em seu berço, agora, passada essa fase, precisa segurar minha mão para dormir. Vai ser difícil tirar esse hábito, mas é mais difícil ainda você querer dormir de madrugada e seu filho não dormir de jeito nenhum. Acabamos nos sucumbindo as mais diversas artimanhas para colocá-lo para dormir e podermos dormir também.

O mais importante é você saber que o bebê passa por várias mudanças em seu primeiro ano de vida, e que a forma como você irá lidar com esses mudanças será importante para o desenvolvimento de bons hábitos.

Até o próximo post!

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Desfralde noturno: minha experiência

Nossos bebês nascem dependendo totalmente da gente. A medida que crescem, esse dependência vai diminuindo e precisamos ajudá-los a enfrentar o mundo por eles mesmo. Uma tarefa complicada em busca dessa dependência é o desfralde. É uma independência boa tanto para a mamãe como para o filho.

Para mamãe é o fim das trocas de fraldas e os gastos com a compra das mesmas. Para o filhote é, principalmente, ficar livre daquele pacote entre as pernas que muitas vezes atrapalha em muitas das atividades de seu dia-a-dia. Sem contar o incômodo de quando estão sujas. Além disso, mostra à criança que ela tem poder sobre seu corpo e que ele pode controlar quando e onde fazer suas necessidades. Não é incrível.

O desfralde é realmente um marco importante na primeira infância. Mas "tirar" a fralda de um bebê não é tarefa fácil, principalmente à noite.

Semana passada, na sala de espera da pediatra, uma mãe que estava com seu filho de pouco mais de 4 anos, disse que ainda não tinha conseguido retirar a fralda do filho à noite. Outra mãe que estava lá presente se assustou, assim como eu. Uma criança completamente saudável com mais de 4 anos ainda usando fralda?

Muitas vezes é nosso comodismo. Eu mesma demorei um pouco mais para retirar de vez a fralda da noite (3 anos). Só de pensar em cama molhada e levantar (talvez várias vezes) à noite para tentar fazer meu pequeno fazer xixi no banheiro já me dava preguiça. Na realidade, no final ele já nem molhava a fralda durante a noite, e quando o fazia era por comodidade de continuar na cama.

Há mães que aconselham tirar de uma só vez, juntamente com a fralda do dia, e correr todos os riscos, usando, por exemplo, lençóis impermeáveis. Não sou tão radical assim.

Então, qual foi meu pulo do gato?

Conversando com a mãe que encontrei no consultório da pediatra, ela me perguntou o que fiz para retirar a fralda da noite de meu filhote. Eu disse como: "Aproveitei um momento de doença dele". Isto mesmo: uma gripe me ajudou nessa tarefa.

Como meu filho já quase não fazia xixi durante a noite na fralda, não foi difícil. Durante o período que ele estava gripado, ele acordava muito durante a noite, ora gemendo por algum incômodo, ora por febre. Nesses momentos, eu chegava perto dele e perguntava se ele queria fazer xixi, se estava apertado. Quando queria ir, eu explicava para ele que durante a noite, quando ele estivesse com vontade de fazer xixi, era só chamar a mamãe que ela iria com ele, que ele já era rapazinho e não podia fazer xixi na cama.

Tudo isso foi muito bem aceito por ele, que dorme na maioria das noites a noite inteira sem precisar ir ao banheiro.

É claro que escapadas ocorrem (até hoje, com quase um ano de fraldas) foram apenas três. Mas sempre estou preparada para conversar com ele caso alguma escapada ocorra.

Bom, essa foi minha experiência. E como foi a sua? Conte-nos um pouco nos comentários.

Abraços.

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Assadura em bebê: dica infalível para prevenir!

Finalmente nasceu! Você está na maternidade com seu bebê nos braços. Tudo lindo e maravilhoso, como esperado. Você sabe que aquele ser tão pequeno e frágil agora é sua responsabilidade. São tantos cuidados! Mas vou tratar neste post de um específico: a prevenção de assadura em bebê.

Na maternidade somos aconselhadas a utilizar algodão e água para limpar nossos pequenos. Vou te contar, minha experiência com algodão não foi das melhores: gastava muito algodão, fazia a maior bagunça e eu sempre achava que não estava limpo o suficiente. Assim, partir, como muitas mães, para os lenços umedecidos.

Existem lenços para todos os gostos no mercado: com cheiro, sem cheiro, mais espessos, mais finos, em embalagens com grande quantidade, em embalagens com poucos lenços. Tudo vai depender do seu gosto (e muitas vezes bolso).

Há as pomadas de prevenção de assaduras. Também em vários tamanhos e preços. Mas o mais importante é que a pomada contenha óxido de zinco.

A rotina de limpeza é fácil: usa o lenço para limpar, a pomada de prevenção de assaduras e colocar a fralda novamente. Só que alguns lenços são muito úmidos e passar a pomada logo em seguida parece "melecar" demais o bebê. E, em alguns casos, o bebê ainda tem assaduras.

Então, o que fazer?

Fica a dica!

O importante para prevenir assaduras em bebê e sempre deixá-lo bem seco antes de colocar a fralda. 

O que fazer para secar o bumbum do seu bebê? Assim como há lenços umedecidos, existem lenços secos. Você pode pode usá-los para secar o seu bebê antes de passar a pomada.

Mas se você quer dar uma ajuda ao meio ambiente evitando acumular mais lixo, aí vai o pulo do gato: sabe aquelas fraldas de pano? Isso mesmo! Você pode utilizá-las para secar o bumbum de seu bebê. Compre algumas (não precisa ser muitas, umas 5) somente para essa finalidade. Deixe-as separadas juntamente com todo o material que você usa para limpar seu bebê e as utilize para secar. Lave-as sempre que necessário. Depois é só passar a pomada e "correr para o abraço"!

Eu utilizei e utilizo essas fraldas de pano para secar meus filhos e eles nunca tiveram assaduras. Vale a pena tentar!

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 E você? Gostou da dica? Tem alguma outra dica para compartilhar? Deixe seu comentário!

Abraços



Os óleos na prevenção de estrias na gestação

Assim que a ficha que estamos grávidas cai, começam as mais diversas preocupações: Será que saberei cuidar do meu bebê? Será que vou ter leite (veja mais AQUI)? Vou engordar demais? Será que vai parecer com a mãe ou com o pai? Como prevenir as estrias? Essa última pergunta vou tratar mais especificamente neste post.

Os óleos vegetais, isto é, aqueles provenientes das sementes de plantas e frutas, são muito bons para a pele uma vez que a protege contra a perda excessiva de líquidos, mantendo-a hidratada. A hidratação da pele é muito importante na gestação por causa, principalmente, do aumento da barriga. Se a pele não estiver bem hidratada, o "esticamento" da barriga pode trazer danos à pele, fazendo surgir as estrias. Os óleos mais utilizados pelas gestantes na prevenção das estrias são os de amêndoas, uvas e de rosa mosqueta.

Ressalto que os óleos VEGETAIS são os mais adequados para a hidratação da pele e os mais aconselháveis para as gestantes.

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No mercado há também o óleo mineral. Esse óleo é uma forma destilada do petróleo, contendo parafina cíclica e alcano. Esse óleo dá a sensação de hidratação mas lubrifica apenas superficialmente a pele. Na realidade, ele obstrui os poros da pele sufocando-os. Nesse caso, tem como consequência o surgimento de espinhas. Outro ponto importante é que o óleo mineral atrapalha a absorção de vitamina D, muito importante para nossos ossos e para nossa gestação. O óleo mineral está presente em muitos produtos de beleza. Confira sempre a embalagem para poder escolher um produto sem esse componente.

Óleo vegetal: É tudo igual?


Os óleos vegetais são encontrados em várias versões e marcas no mercado. Uns com aroma, outros com embalagens mais sofisticadas, outros em embalagens econômicas. Todos eles têm a mesma função: a hidratação. O que difere são apenas esses detalhes (aroma, marca, embalagem, entre outros).

Há pessoas que não agradam do cheiro desses óleos e preferem comprar os já aromatizados.

Como nunca usei o óleo sozinho, sempre com um creme hidratante por cima, aconselho que quem não quiser pagar preços altos por um óleo, você pode comprar o seu em uma farmácia e depois de passá-lo sobre o corpo, passe um creme hidratante por cima. Você pode achar que fica muito "melecado", mas isso é bom para a hidratação de seu corpo e na prevenção de estrias.

Para finalizar, digo a todas que usem sempre algo para hidratar a pela, independente de gestação, pois sua pela vai agradecer.



E você? Tem mais alguma dica para prevenção de estrias na gestação? Deixe seu comentário e aumente nossa discussão.

5 dicas top para ajudar a encolher médico do seu pré-natal

Muitas mulheres possuem aquele GO (ginecologista obstetra) que as acompanham há anos, muitas vezes, desde a adolescência. Não é meu caso. Mas há aquelas que pula de galho em galho e não encontra um médico que passe confiança. Como eu tratei no post Como escolher um médico na caminhada de tentante e gestante, a escolha de um GO que te acompanhe é uma tarefa difícil.

Se você ainda não tem um médico de confiança ou está querendo mudar de GO, trago 5 dicas que podem te auxiliar na escolha:

Dica 1: Médico receptivo

Se você chega ao consultório pela primeira vez e o médico se mostra receptivo, ponto para ele. Nesse caso, esse profissional sempre se mostra disposta a te escutar e tirar suas dúvidas de modo paciente, sem te apressar. Não há nada melhor do que ser bem tratada, ainda mais por um profissional que estará do seu lado por um bom tempo.

Tentantes e gestantes estão vivendo um momento especial em suas vidas e precisam de um médico que as compreendam.

Dica 2: Não ser totalmente capitalista

Se já nas primeiras consultas o médico já fala em valores para realizar seu parto, saia fora. Primeiro pelo fato de muitos desses médicos gostarem de agendar cesarianas antes mesmo de saber se a mulher quer ou que tenha condições para parto normal; Segundo, os valores costumam ser muito altos. Pode ser que você queira pagar pela exclusividade no dia de seu parto, para sentir-se segura, mas isso não deve ser assunto para as primeiras consultas (a não ser que você entre nesse tema). Você quer um médico e não um mercenário.

Lembre-se que independente de pagar, sempre haverá médicos plantonistas de ótima qualidade nos hospitais privados e públicos.

Dica 3: Pesquise na internet

 A internet também serve para encontrar bons profissionais. Há sites com cadastro de todos os médicos do Brasil (www.doctoralia.com.br , www.catalogo.med.br, www.procuramed.com entre outros) e muitas pessoas deixam opiniões nesses sites com o número de estrelas.

Médicos bons e atenciosos sempre possuem várias opiniões positivas e estrelas.

Dica 4: Horários de atendimento

Verifique a disponibilidade de horários de consulta para ver se te atende. O que quero dizer com isso é saber se você não perderá muitas horas de seu trabalho (para quem trabalha) ou se os horários se ajustam aos da pessoa que irá te acompanhar nas consultas. Esse dica é muito importante para o fim da gestação quando a mulher quase sempre precisa de alguém para acompanhá-la.

Dica 5: Localização

Verifique se o consultório é muito distante, se há linhas de ônibus próximas ou estacionamento fácil. Pode parecer estranha essa dica, mas pense sempre no fim de sua gestação em que você não estará caminhando direito por conta do peso da barriga e precisará de uma pessoa para acompanhar. Se um consultório de fácil acesso faz toda a diferença.

Finalizando, é claro que alguns desses itens (principalmente 4 e 5) são discas dispensáveis se você encontra o profissional ideal, que seja humano e solidário, que a tratará da maneira que toda gestante e futura gestante quer ser tratada.

Até a próxima.

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