Sonhada Maternidade

Método Noug: quem quer aprender?

Olá a todas!

Como prometi, trago a vocês um pequeno tutoria de como utilizar Método Noug tendo como suporte de planilha de excel disponível aqui no blog (veja AQUI).

Para tanto, vamos ter como base duas datas de nascimento fictícias: 20/06/1990 para a mulher e 04/01/1987 para o homem. Esse casal resolveu iniciar suas tentativas em 2016.

Jogando os dados na planilha, temos para nossa "futura mamãe" os seguintes resultados:


método noug mae
  
Podemos ver que apareceu o número 2 (indica nascimento) no 3º ciclo dessa mulher (lembrando de olhar na coluna de mês de nascimento), correspondendo aos meses de dezembro de 2017 a março de 2018. 

O que isso significa? Por enquanto que há possibilidade de nascimento nesses meses, e que uma gravidez pode ter acontecido 9 meses antes.

Mas vamos cruzar com os dados do "futuro papai":

metodo noug pai

Nos resultados do homem, só devemos considerar o número 16, que indicará gravidez ou parto da mãe. No caso que estamos testando, o número 16 aparece no 4º ciclo do mês de nascimento desse pai. Então, haveria uma possibilidade de parto ou gravidez entre outubro de 2017 e janeiro de 2018.

Veja que há dados semelhantes entre esse homem e a mulher. Cruzando esses dados, vamos descartar os meses que não são comuns aos dois, isto é, outubro e novembro de 2017, e fevereiro e março de 2018. Sobram os meses de dezembro/2016 e janeiro/2017.

Como o número 2 e 3 na tabela feminina indicam nascimento (ver explicação no link ), o 16 que aparece na tabela masculina que estamos analisando será nascimento.

Então podemos concluir que, para esse casal, há possibilidade de nascimento de uma criança entre dezembro/2016 e janeiro/2017, e, possivelmente, essa mulher ficou grávida nos primeiros meses de 2016.

Bom, espero ter sido bem clara e te ajudado a vocês entenderem melhor as planilhas do método noug.

Para mim funcionou na minha segunda gestação.

Não se esqueçam que isso é apenas uma brincadeira, por pura diversão. 

Abraços e bons cálculos!


EM BREVE: Uma planilha atualizada será disponibilizada com uma pequena ajuda de custo. Aguarde!

A cinta pós-parto: grande aliada na "volta" da barriga

Olá!

Tem experiências e histórias que ficam em nossa mente e nós nunca esquecemos.  Uma que conheço é sobre a cinta pós-parto.

Há 15 anos atrás, em meu primeiro emprego, conheci uma mulher com o corpo impecável. Não por causa de malhação, mas sim pelo fato de estar com tudo no lugar, sem nenhuma barriguinha sobrando. Ela tinha 33 anos na época e aparentava estar na casa dos 25, ou menos. Eu com 19 anos, fiquei impressionada com ela. Em conversas, ela me disse que tinha dois filhos, o que me espantou mais ainda: como uma mulher com dois filhos não tinha vestígio de barriga que indicasse gestação? Foi aí que ela me disse: uso de cinta pós-parto logo no dia seguinte ao parto, no caso dela, normal. Fiquei com isso na cabeça.

Quando fiquei grávida pela primeira vez, já no final da gestação, comecei a escolher a cinta. De cara fui em uma do meu tamanho, como sou pequena, PP. Além disso, comprei um daqueles shorts modeladores que comprimem o abdômen.


cinta pós-parto
Fonte imagem: http://villamariamodas.com.br/wp3/?product=trifil-impuls-bermuda-alta-redutora


Quando meu primeiro filho nasceu, de cesariana, o médico já indicou a cinta para o dia seguinte ao parto. Não consegui colocar a cinta. Lógico por que ela era do meu tamanho e eu tinha que ter comprado um tamanho acima. Então passei a usar o short, o que não adiantou muito em relação à sustentação necessária ao pós-parto cesárea. Minha mãe sugeriu que eu usasse uma faixa bem apertada e usasse o short por cima para que eu tivesse a sustentação necessária. Somente duas semanas depois consegui colocar a cinta. Com a amamentação, minha barriga voltou ao lugar com 2 meses e meio.

Já na segunda gestação, disse a mim mesma que não cometeria o mesmo erro. Afinal, a cinta não beneficia apenas a volta dos órgãos internos ao lugar, mas também auxilia a mãe em seu dia-a-dia após o parto, lhe proporcionando postura e conforto. Comprei uma cinta P e o short cinta. No dia seguinte ao parto (cesárea novamente), já confirmei com a enfermeira se podia colocar a cinta e ela disse que estava liberado. Tomei um banho, vesti o short modelador, me deitei na cama (importante) e coloquei a cinta. Eu andava pelo quarto do hospital parecendo que tinha tido parto normal. Com muita amamentação e usando a cinta diariamente, minha barriga voltou ao normal antes de um mês e meio após o parto.

cinta
Fonte imagem> https://www.casasofia.com.br/cinta-modeladora-body-shaper-cotton-esbelt


É claro que estou tratando aqui da barriga voltar ao que era antes do parto, considerando também que a gestante não ganhou peso em exagero. 

Além disso, há médicos que não aconselham o uso da cinta antes de 2 semanas após o parto. Consulte-o e converse com ele para saber o que é melhor no seu caso.

Veja também 6 coisas que você deve saber sobre as cesáreas e o uso das cintas.

Volto para contar mais experiências.

Abraços.

Como fazer bebê dormir a noite toda? Infelizmente não há receita.

Olá!

Tenho um menino de 4 anos e uma menina de 2 meses. Por experiência, acredito que muito vai da personalidade (por assim dizer) da criança. Tem crianças que são mais dengosas, manhosas e precisam de mais contato, carinho. Outras são mais descoladas, independentes e, por isso, se viram sozinhas desde novinhas.

Meu filho não pegou bico e mamadeira, tentei muito mas não consegui. Ele acordava de hora em hora para mamar até 1 ano e meio de idade (amamentei até 2 anos) e fazia meu peito de bico, só dormindo no peito. Tentei de tudo com ele para dormir a noite inteira: deixar sozinho no berço, rituais de sono, música calma, "Encantadora de bebês" e nada funcionou. Nem vou entrar no detalhe das cólicas que o incomodaram bastante. Ele só começou a dormir durante a noite toda direto depois que o desmamei. Virei um zumbi durante essa época. Vivia de olheiras pois acordava cedo para trabalhar.

Vou dizer uma coisa: a maioria das mães (e pais) de primeira viagem adoram ficar com suas crias no colo, o que acaba fazendo esse bebê que precisa mais do contato ficar cada vez mais acostumado a dormir sentindo o calor materno.

Já minha filha de cara pegou bico. Na maternidade já chupava os dedinhos (acho que o bico ajuda bastante a criança a pegar no sono sozinha). Desde o nascimento ela não se sentia bem para dormir no colo, se mexia muito, só quando a colocava deitada no berço ela relaxava e dormia. E assim continua. Basta colocá-la deitado no berço, diminuir a luz do ambiente e colocar o bico que ela dorme! Durante o dia as sonecas duram cerca de uma hora. Já à noite...

Quando nasceu, como todo bebê, me acordava quase que de hora em hora. Até aí normal. Mas, passados um mês, as mamadas começaram a se espaçar naturalmente. Até o dia que, como "num sonho", ela dormiu 6 horas direto!!! E assim vem mantendo, desde 1 mês e 3 semanas, dormindo 5 ou 6 horas direto, que já é considerado toda a noite. Eu costumo acordar e ir ver se ela está bem e volto a dormir.

Como dá para ver, foram duas experiências diferentes. Há inúmeros artigos na internet, em diferentes site e blogs que dão dicas para "fazer" seu filho dormir a noite toda. Comigo a experiência comprovou que não há receita que sirva para todo mundo e que cada pessoa experimentará a sua.

E você? Como foi sua experiência?

Abraços a todos!

 
criança dormindo

6 curiosidades sobre o corpo da mulher no pós-parto

Olá !

Cada gestação realmente é única. Tanto em relação às emoções quanto no que diz respeito ao físico. São 40 semanas de intensas transformações.

Com a experiência de duas gestações, digo que meu corpo reagiu de maneira diferentes durante cada uma delas, e, também , após o nascimento dos meus bebês. Neste post tratarei especificamente das mudanças pós-parto, que, assim como ocorreu comigo, pode acontecer com qualquer mulher. Para melhor falar dessas mudanças, resolvi listá-las para facilitar a leitura e a compreensão. Então, vamos lá!


1) A pele da barriga fica mais escura do que outras partes de seu corpo. É por poucos meses. Na minha primeira gestação, demorou 5 meses para a tonalidade da pele igualar com a do corpo. A da segunda gestação, ainda está escura, mas próximo ao corte da cesárea já está descascando.


2) Estrias! Elas são temidas e em muitos casos já aparecem durante a gestação, afinal se a mulher não se hidratar bastante e utilizar óleos e cremes, é quase certo que terá essas marcas pelo corpo. Em mim surgiram onde eu menos esperava: na virilha. Na segunda gestação não tive. É claro que me borrava de óleos e cremes. Não podemos deixar de lá casos em que as estrias são genéticas.

3) Barriga que persiste. E muitas vezes fica como aquelas temíveis pochetes. O meu conselho é tentar não engordar muito durante a gestação, isto é, não seguir a risca o ditado "comer para dois". Siga as orientações de seu médico. Além disso, amamente bastante! É bom para o você e ÓTIMO para o bebê.

4) A línea nigra ainda vai te acompanhar por um tempo. Aquela linha que aparece na extensão da barriga em grande parte das mulher demora a desaparecer. Na maioria das vezes, o tempo para essa linha sumir é o mesmo da barriga clarear (ver item nº 1).

5) Queda de cabelo. Seu cabelo vai cair, em menor ou maior quantidade, mas vai. Não está relacionado ao fato do bebê começar a reconhecer a mãe, como dizem as nossas avós, mas sim por questões hormonais. Durante a gravidez, o cabelo fica mais forte e vistoso, quase não há queda nesse período. Então, imagine, o que vai acontecer com sua cabeleira que não caiu durante a gestação depois do nascimento do bebê, quando os hormônios voltarem à normalidade? Vai cair. Então essa queda é um resultado da "não queda" durante a gestação. Não se preocupe pois você não vai ficar careca. Alimente-se bem e, se achar necessário, procure um dermatologista para tentar fortalecer os cabelos.

6) Flacidez da barriga. Imagine como ficará a pele de sua barriga, que estava toda esticada, depois do nascimento do bebê? Flácida e toda mole. É claro que essa flacidez varia de mulher para mulher e do quanto de peso extra que se adquiriu na gestação. O importante é se cuidar bem e amamentar. Existe no mercado produtos que auxiliam no tratamento dessa flacidez, mas naturalmente as coisas podem voltar ao lugar (dependendo do organismo de cada mulher). Espere o médico liberar para fazer exercícios.

Por enquanto é só.

Aguarde em breve novas postagens.

Abraços!


mãe e filho
Fonte da imagem: http://barrigasdeamor.pt/

6 coisas que você deve saber sobre cesáreas

Hoje, no Brasil, pesquisas mostram números alarmantes sobre o aumento de cesarianas eletivas. Na rede particular a porcentagem pode chegar a 70% dos partos realizados, dependendo da maternidade. A OMS recomenda que as cesáreas só ocorram em casos em que o parto vaginal gere risco para mãe e/ou bebê. 

Sabe-se que há mulheres optam por cesáreas e as marcam assim que começam o pré-natal e médicos que por comodidade induzem suas pacientes a esse tipo de parto para melhor adaptar a suas agendas. 

Considerando todos os prós e contras, trago 5 coisas que toda mulher deve saber sobre as cesarianas. Com a experiência de duas cesáreas (não programadas, mas necessárias), acredito que há informações que se eu soubesse, a experiência da primeira cesárea não teria sido tão traumatizante. Então, vamos lá:

1. Você vai usar sonda – Como a mulher ficará deitada após a cirurgia entre 6 e 10 horas, a sonda torna-se necessária. Na hora de colocá-la, você estará anestesiada, mas no momento de tirá-la não. Detalhe: as enfermeiras não terão dó de você nesse momento, então se você for sensível à dor... Eu senti pequeno ardor e incômodo.

2. Você ficará com uma agulha em sua veia da mão durante todo o procedimento e nas horas seguintes da sua recuperação. Por ela você receberá soro e medicamentos. Atualmente essa agulha está sendo substituída por uma sonda bem fininha que cumpre a mesma função. 

3. A cinta pós-parto é de hiper-importância, não pela estética, mas para sua sustentação (mais do que no parto normal). Como seus órgãos estão “soltos”, é necessário a compressão da cinta para auxiliar a mulher a se manter ereta e confortável. No meu primeiro parto, demorei uma semana para usar a cinta (usei apenas uma calcinha compressora) e quase não conseguia ficar em pé direito, sempre encurvada e com dores. Já no segundo, coloquei a cinta no dia seguinte e me senti ótima, até minha recuperação foi bem melhor. 

4. Pode ser necessário o uso de supositórios. Se você nunca pensou em usar esse remedinho incômodo, Por causa da anestesia, os médicos só dão alta para a paciente se ela tiver evacuado e urinado. Assim se sabe que está tudo bem. Se a evacuação demora, talvez haja a necessidade do auxílio do supositório. No meu primeiro parto tive que usar. E com certeza quem vai colocá-lo em você são as auxiliares de enfermagem, já que você mesma dificilmente conseguirá realizar essa tarefa.

5. Sua barriga ficará dolorida, pelo menos, pelos próximos 6 meses. É claro que pode variar de mulher para mulher. Por causa dos cortes das sete camadas de tecidos, esse ardor é uma consequência. Algumas mulheres relatam também falta de sensibilidade nessa região, como se estivesse dormente. Esse dolorido e/ou falta de sensibilidade ocorre em toda a região que compreende a cicatriz e três dedos acima da mesma. 

6. Sua cicatriz pode desenvolver queloide, um crescimento anormal do tecido da área cortada. Eu, infelizmente, tenho tendência a queloide. Tive na primeira cicatriz e a segunda já começou a aparecer. 

Após mais essas informações sobre as cesarianas, espero que vocês fiquem mais preparadas para esse tipo de parto, seja ele feito por escolha própria ou por necessidade.

Abraços.

linha da cesárea
Imagem do site: http://nace.igenomix.com.br/blog/cicatriz-de-cesarea-como-ter-uma-recuperacao-rapida/
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